segunda-feira, 29 de julho de 2013
domingo, 28 de julho de 2013
segunda-feira, 22 de julho de 2013
domingo, 21 de julho de 2013
Na forma...novo livro...aguardem...
Comecei escrever o próximo livro...
O Torvelinho Pedagógico
e outros giros
- para professores que
anseiam novas propostas no processo de aprender e ensinar–
quinta-feira, 18 de julho de 2013
Agenda Literária
Aguardando lançamento:
Antologia Brasileira Diamantes IV - Org. Fídias Teles
Palavras Desavisadas de Tudo - Editora Scortecci (lançamento em 17/08/2013)
Aguardando recebimento:
Antologia Brasileira Diamantes IV - Org. Fídias Teles
Palavras Desavisadas de Tudo - Editora Scortecci (lançamento em 17/08/2013)
Aguardando recebimento:
Antologia da Academia Nacional Portal do Poeta Brasileiro (lançamento em 26/07/2013)
Antologia Escritores Brasileiros - ZMF Editora (lançamento em 19/07/2013)
Vingança II - Literarte
Livros que estarei lançando:
Jardim das Almas - Literarte
Floriza e a bonequinha dourada - Literarte
Confira também:
Portfolio de Bologna e Torino
(http://issuu.com/izabellevalladares/docs/porfolio4_espelhada_sem_corte)
(http://issuu.com/izabellevalladares/docs/porfolio4_espelhada_sem_corte)
Posse na Academia de Letras de Buenos Aires
Catálogo Artístico da Literarte
Catálogo Artístico da Literarte
Algumas outras participações estão sendo analisadas.
As premiações serão divulgadas oportunamente (aguardando liberação nos sites oficiais)
Comunhão
(logo: Edições Costelas Felinas)
Oh! Pássaro alado que
me sonda à noite
Na fria esquina, no
apartamento, no descampado
Cubro-me com tuas
asas negras
Gigantesco corvo que me observa devorador
tua saliva me faz
cessar a sede e teu sangue me entorpece
teu hálito me
alimenta, tua sombra reconforta
quando chega o fim do
dia e o crepúsculo emerge
no horizonte te
destacas, incólume, renascido
e então me segues por
onde eu caminhe descuidado
vejo-te ali, estás ao
meu lado
um corvo, um mocho,
um mago
ciceroneando ruas,
trilhas, travessas
e enamorado me
abraças em corpo quente
para sermos tão
somente um diante de tanta gente
o mistério da
comunhão mítica às avessas...
quarta-feira, 17 de julho de 2013
Jandira
foto: Geraldo Gabriel Bossini
Vencidos os transtornos da
mudança, procura isso e aquilo, arruma aqui e ali e pouco a pouco as coisas
foram se posicionando em seus lugares. Casa nova, cidade nova, outro recomeço.
Minha vida parece obedecer ao ritmo de um eletrocardiograma. Entre altos e
baixos, etapas que findam e outras que eclodem, sigo semelhante a uma Fênix.
Enfim, lá estava eu me alojando na casa localizada na Rua Barão Almeida Cravo,
num bairro afastado, mas muito bonito, onde fui recepcionado com flamboyants
floridos e o canto de muitos pássaros. Claro, também fui ameaçado pelo latido
de vários cães defendendo suas moradias.
A ideia era assumir aulas de
Matemática em uma escola próxima. Uma escola pequena, bem organizada, limpa e
povoada de pessoas simpáticas, excetuando-se os funcionários da secretaria que
me fulminaram com o olhar e não esboçaram qualquer sorriso. Um intruso! Mas
interpretei a postura deles como enfrentei aqueles indivíduos que ladraram para
mim nas ruas. O fato é que ali estava pousando e pretendia permanecer por
longos anos. Estava animado.
Chegando a casa, após caminhar
pelo bairro, decidi comemorar abrindo um vinho. O primeiro copo depositei ao
lado da imagem do preto velho na cozinha. Devia muito a ele. Liguei a televisão,
estirado no sofá quando observei um objeto voador cruzar a sala. Caminhou pela
cortina, outro voo e vasculhou o quadro antigo pintado por minha avó, Cenira.
Era uma barata. Estampou-me o terror. Não sei quais sentimentos fluem em mim
quando as vejo. Paralisado olhando aquele ser monstruoso, busquei
estrategicamente o meu chinelo. De forma provocativa ela voou uma vez mais para
encontrar minhas costas. Gritei, correndo pela sala como que deparado com um
fantasma. Tirei a camisa, olhei em minha volta, andei sorrateiro pelo corredor
e espiei na sala. Ela devia estar me olhando aos risos.
Sentei-me novamente no sofá com
ar de espreita, como um cão farejador atento à sua presa. Ocorre que naquele
momento a presa era eu! Tentei acalmar-me e prosseguir com a taça de vinho e a
novela que era transmitida. Trêmulo e inseguro.
Aos poucos me acostumei com ela.
Voava aqui e ali. Digamos que ficamos amigos. Desisti de extingui-la desse
adorável planeta. Afinal, ela já residia ali. Eu era seu inquilino. Chamei-a de
Jandira. Jandira era o nome da secretária da escola. Éramos amigos... mas, nem
tanto!
Retornando à casa procurava
atualizar Jandira sobre o que havia feito naquele dia, reclamava de alguns
alunos, criticava alguns pais ou a postura de alguns professores, falava de
política e economia. Jandira ouvia e quando se cansava abria as asas e
desaparecia.
A casa tinha muitos esconderijos
para ela. Tinha um forro de madeira com algumas entradas estratégicas e porão.
Um parque de diversões. Jandira parecia solitária como eu. De certa forma,
agradecia a ela por isso e a incentivava a não acreditar nos homens. Todos
malandros. Nenhum prestava! Na realidade temia um casamento próspero e uma
penca de filhos volitando pelos cômodos de casa.
Meu sossego e minha vida tranquila
com Jandira agitaram-se quando recebi o telefonema de minha irmã, Celina, que
desejava passar um final de semana e conhecer a casa. Desesperei-me. Viria ela
e o pequeno Arthur. Duas pessoas que amo, mas que certamente eliminariam
Jandira. Jamais compreenderiam essa amizade e as relações interpessoais que
surgiram e se alicerçaram ao longo de meses de convívio.
Ensaiei inúmeras vezes
confidenciar-lhe meu respeito e carinho por Jandira, mas temi não ser
compreendido. O fato é que Celina e Arthur chegaram. Desceram do taxi e se
alojaram. Ficariam uma semana. Com certa impaciência procurei estar atento a
qualquer manifestação de minha amiga para interceder por sua vida.
Jandira resolveu aparecer à
noite. Estávamos na sala tomando sorvete quando ela efetuou seu voo rumo à
cortina. Arthur gritou com uma inocência apaixonante “olha, um helicóptero!”. Celina
levantou-se senhora de si e pronta para o baraticínio. Em pânico, coloquei-me a
frente e pedi que sentasse. Foram momentos tensos, pois Celina estava fora de
si e convicta de que sua missão na terra era exterminar aquele inseto. Em quase
meio a um MMA, Celina concedeu a oportunidade de ouvir-me. Silenciou-se
inconformada e apreensiva. Desconfiava de minha lucidez e sanidade. Percebi que
havia cedido temporariamente, mas tramava uma tocaia à Jandira. Perdi a vontade
de trabalhar. Minha ausência poderia ser fatal. Roguei que se comprometesse não
fazer mal a ela.
Todo dia saía inseguro e ao
retornar aguardava impaciente o voo de Jandira. Recebi críticas ferrenhas,
admoestações diversas e ameaças constantes. Arthur logo se apaixonou por
Jandira e ela realizava voos especiais para ele.
- Nojenta!, exclamava Celina ao
compartilhar na sala a nobre companhia de Jandira.
Mantinha o chinelo próximo.
- Se ela voar em mim ou no Arthur
eu espatifo ela!, vaticinava furiosa.
Em uma noite calorosa, Celina
decidiu dormir com a janela aberta, embora ciente de que seria a porta para
Jandira penetrar no quarto. Por essa razão, deixou o chinelo ao alcance. O fim
estava próximo e seria naquela noite.
A madrugada já ia alta quando
Celina sentiu algo percorrer seu rosto. Levantou-se num impulso. Era a maldita!
Ameaçadora, correu acender a luz do quarto e então viu que Arthur estava tendo
uma convulsão. Hospital. Urgência. Cuidados. Arthur reagia. De volta para casa.
Alivio!
- Se não fosse Jandira acordá-la,
talvez fosse tarde... , comentei alegre.
De alguma forma, após o episódio,
Jandira passou a ser da família, com direito a sobrenome.
Jandira Boina Vato. Mais até que isso, tornou-se uma celebridade. Agora todos querem conhecê-la! Mas estou desconfiado de que ela arranjou um
namorado...outro dia apareceu voando toda de branco pela sala. Noiva?
Predador
foto: Geraldo Gabriel Bossini
Como um vampiro quero
lhe tragar a alma
Esvaziar-te de ti
mesmo e sentir teu corpo inerte
Murcho e solto, para
eu brincar qual gato e passarinho
Te arrastar para o
meu ninho no alto da mais alta árvore
Qual harpia e sua
presa, em noite de esplêndida beleza
A lua, prata e
reluzente, em teu corpo nu dormente
O canto da coruja e o
voo dos morcegos
A dama da noite que
se abre cheirosa
E minha língua a percorrer-te
prazerosa
Mula sem cabeça,
gnomos, fadas, bruxas
Em ti todos os seres,
para ti todos os prazeres
Para ti me rendo,
admirando a nudez pálida de teu corpo
Preso em minhas teias
te devoro aos poucos
Cuidando para estar
contigo por toda a eternidade
Poema da Dúvida
foto: Geraldo Gabriel Bossini
Ah! Que dor me invade
intempestivamente
Ocupando espaços ociosos de minha
mente
Que vazio é esse que me consome
em cinzas
Sem que a chama me aqueça e me
reconforte
Mesmo que, de toda sorte, eu
chore e clame
E um profundo silêncio sobre mim
se derrame
Chamo-te para estar comigo em dia
infame
Para que me abrace, proteja, me
acompanhe
E tua resposta é a indiferença,
ultrapassando qualquer crença
Afinal, qual é o teu nome? Tua
cara? Tua residência?!
Moras no alto, no infinito, na
montanha, em minh´alma?
Sois criação puramente humana ou
tu que te mostraste?
Se tua mudez é para testar-me a
fé, abandono-te em tua vaidade
Creio no vento, nas ondas
agitadas do mar, na neblina, na garoa
No bem que faço, presente e
visível, no gesto espontâneo de amizade
Nem creio na piedade, vale mais o
respeito e a solidariedade
Se tu existes criastes sistemas
que hoje te dominam
Distantes estão de ti os milagres
e as crenças
Tornastes comércio, ameaça,
preconceito e morte
Se vives, levantas, toma o que ignoraste e anda!
Além dos muros
foto: Geraldo Gabriel Bossini
a
arte recorta e reedita o cotidiano
no
território da inspiração o pincel desliza
a
alma dança em sinfonias intocadas e sublimes
a
vida se tinge num olhar cigano
os delicados pés desfilam compassados
na arte de sentir o que nem sempre tem sentido
minhas
mãos se agitam e tecem letras
tecelão
da imaginação tricoteio palavras
eclode
a poesia, brota a prosa, a alma delira
viajo
em terras desconhecidas e vivo amores
enalteço
a vida e celebro a morte e os rancores
na arte de se ouvir o que não se ouve
por
vezes sou criança, velho, jovem, uma dama
na
eterna arte tudo é transitório e no caos se inflama
ora
Calíope, ora Virgem de Guadalupe, Deusa Mãe
em
mim arde a chama que tudo consome e nada protela
fios
de miçangas adornadas, o penteado, os trajes, o bordado
na
arte de ver o que não deve ser visto
a
arte materializa a alma em corpos desnudos
concupiscente beija os lábios carnudos das
normas
para
viver e manifestar-se em quaisquer formas
além
dos templos, das casas, dos fóruns e dos muros
na arte de caminhar por caminhos tortuosos
terça-feira, 16 de julho de 2013
domingo, 14 de julho de 2013
Prof Geraldo José Sant´Anna recebe Título de Doutor Honoris Causa
Em cerimônia em Cabo Frio o Prof Geraldo recebeu Diploma de Doutor Honoris Causa pela ABD (Associação Brasileira de Desenho e Artes Visuais) no Rio de Janeiro
Doutor Honoris Causa é o titulo atribuído à personalidade que se tenha distinguido pelo saber ou pela atuação em prol das artes, das ciências, da filosofia, das letras ou do melhor entendimento entre os povos.
quarta-feira, 10 de julho de 2013
Gabriel e sua viagem inesquecível
Foto: Geraldo Gabriel Bossini
Ele era apaixonado pela
vida. Adolescente ainda oscilava entre duas paixões: o basquete e fotografia.
Era muito querido pelos seus amigos e seus pais. Tinha duas irmãs, Clara e
Eunice. Cultivado como uma planta rara, o “rapinha do tacho” mostrava-se como
um ser perfeito aos olhos daqueles que o amavam. Seu nome: Gabriel.
A cada dia mais se aproximava o momento da decisão, qual
a profissão que escolheria? Seus hobbies algumas vezes o tocavam profundamente,
em outras se esvaiam, emergindo uma dezena de possibilidades, que se diluíam
tão rápido quanto haviam surgido. De alguma maneira invejava alguns colegas que
notadamente demonstravam suas aptidões. O que desejava ser médico, advogado,
engenheiro, professor, psiquiatra...mas para Gabriel esse assunto era um vácuo.
Certa manhã reuniu os pais e irmãs. Sairia para uma
aventura. Com uma mochila nas costas e sua máquina fotográfica ganharia o
mundo. A conversa teve a dimensão de uma bomba atômica. Críticas, censuras,
medos, ansiedade, ameaças, lágrimas. Gabriel resolveu ouvir tudo e manter o que
se passava em sua mente. Estava consciente dos perigos e privações. Queria
arriscar, mesmo que se decepcionasse profundamente.
Em uma estação de ônibus conheceu Khenan. Um pouco mais
velho que ele, cabelos rastafári, bom de papo, alegre e descontraído logo
conquistou Gabriel. Estava indo para São Thomé das Letras, uma cidadezinha
mineira, repleta de encantos e magia. Foram juntos. Cachoeiras, neblina, casas
de pedra, lendas e belas fotos registraram seus momentos.
Aconchegado na Pedra da Bruxa teve um insight. Faria uma
exposição de fotos em sua cidade. Retornando para casa, adormeceu no banco do
ônibus. Ao abrir os olhos percebeu que estava acompanhado. Um passageiro
sentara-se ao seu lado. Uma conversa começou. Gabriel contou de sua viagem e
sua inspiração, falou da breve exposição. Entusiasmado o homem deu-lhe várias
dicas, como se conhecesse muito de fotografia.
A exposição “Cidade de pedra: caminhos de Thomé” foi um
grande sucesso. As fotos despertavam interesse e demonstravam a sensibilidade
de Gabriel em captar as imagens. Quase ao final chegou um homem bem apessoado,
de terno e chapéu branco, que logo Gabriel reconheceu. Era o homem que
conhecera no ônibus!
Seu nome era Tartys. Ele prenunciou a contratação de
Gabriel por uma grande revista fotográfica. De alguma forma o vaticínio se
concretizou. Três meses depois integrava o corpo de fotógrafos da empresa.
Nunca mais viu Tartys. No entanto, estranhamente detectava
sua presença em momentos importantes de sua vida. Entendeu tratar-se de seu
anjo da guarda.
A vida é repleta de mistérios e os anjos caminham entre
nós. Coincidências acontecem e se revelam na leitura de um livro, na frase dita
por uma pessoa, uma sensação de alegria e paz, ou mesmo uma conversa informal
com um desconhecido.
Talvez a estória de Gabriel seja apenas uma estória, mas
talvez nos faça abrir os olhos e perceber que os anjos estão tentando falar
conosco de inúmeras maneiras, bastando a intenção de querer ouvir...
Geraldo Gabriel Bossini
terça-feira, 9 de julho de 2013
O vento e a rosa
Foto: Geraldo Gabriel Bossini
penso...
penso calado nas pétalas da rosa
que se arrastam leves ao sabor insípido da brisa
já vão secas e esquecidas
talvez inúteis
o aveludado rubro e o perfume doce se dissiparam
resta o pendão solitário e desnudo
que se acomoda como pode no corpo da roseira
vão se sonhos, vai-se a vida desperdiçada
o silêncio lúgubre que se arrasta em minh´alma
nua, fria, abandonada
apenas ela e eu nesse momento
momento quase eterno
fincado na palidez dos dias
alma cadavérica em um castelo antigo
medito dias esquecidos na jornada...
medito dias esquecidos na jornada...
penso...
no significado mouco da vida
o olhar cobiçoso da morte
os dias que se sucedem em sua sorte
o beijo e o refrigério
do sopro que ainda me resta
penso no passado
malditos dias que se foram!
nada hoje, nada agora, miraculosa construção de delírios
amanhã, tola esperança que eclode qual germe em minhas horas!
o que sou?
quem sou?
sou o vento que passa, inodoro e insignificante
folhas arrastadas anos a fio, secas e mendicantes
sou a pétala da rosa amarelecida e desgastada
sou a roseira despida e renovada
nova flor, nova pétala, novo perfume,
nova brisa que lhe arrasta
para ser novamente dilacerada...
segunda-feira, 8 de julho de 2013
sábado, 6 de julho de 2013
quarta-feira, 3 de julho de 2013
terça-feira, 2 de julho de 2013
O Final dos Tempos e o Mendicante
Em detrimento do que muitos pensam o mundo já
esteve em risco muitas vezes. Civilizações emergiram vigorosas e se diluíram
nas poeiras do tempo, deixando aqui e acolá uma pitada de seus valores
disfarçados em cem números de esculturas, ditados populares, relações sociais e
até mesmo a maneira de se interpretar o mundo.
Podemos
nos remeter ao solitário Egito fincado entre desertos, a misteriosa India e
seus templos magníficos ou os curiosos moais da Ilha de Páscoa. Os maias
anunciaram, segundo alguns, a possibilidade de terminalização do planeta em
2012. Contagem regressiva, corações aos pulos e eis aqui estamos contando esta
estória. O Sol continua iluminado apesar das explosões que periodicamente
assolam sua superfície.
Uma
viagem submarina, possivelmente, nos fará ficar frente a frente com cidades
inteiras tragadas pelas águas. Templos, monumentos, residências, comércio. O
fato é que tudo passa. Poderosos reis de outrora, assim como inacessíveis
autoridades de hoje encerrarão seus dias em algum momento, seu reinado irá água
abaixo, sem a necessidade de qualquer dilúvio ou chamas advindas dos céus que
os consumam.
A
promessa do fim e uma provável redenção da humanidade de certa forma aguça a
curiosidade, faz refletir sobre as ações cotidianas e induz a posturas
comportamentais e atitudinais mais sociáveis, colaborativas e cooperativas,
intituladas de fraternidade, solidariedade e caridade, reservando-se os
conceitos específicos de cada uma. Mas enfim, periodicamente destaca-se um
alerta seja Nostradamus, os Maias ou o Apocalipse.
Lembro-me
de Salazar, nem se sabe se realmente era seu nome, um andarilho maltrapilho e
acatingado que vagava pelas ruas da cidade. Residia na Praça Central
aconchegando-se no coreto com seu cobertor surrado para proteger-se do frio que,
invariavelmente, pairava abraçando a tudo. Já pela manhã, com o calor do sol e
o gorjeio das aves, ele despertava, se aprumava todo e iniciava seus longos
discursos que aglomeravam ao seu redor algumas pessoas. Dissertava como ninguém
os problemas sociais e familiares que feriam a vida das pessoas, as doenças
avassaladoras veiculadas pela imprensa, as guerras, a fome, a violência. O fim
do mundo estava eminente.
Para
alguns era um santo, havendo sempre muitas moedas depositadas no chapéu,
provavelmente ganho, e que denunciava ter pertencido a alguém de alta classe.
Havia ainda que o levasse para almoçar em casa, não com o nobre objetivo de
saciar a fome do mendicante, mas no anseio de conquistar bônus preciosos para
futura avaliação no Juízo Final.
Em
certa manhã, apesar do barulho das maritacas e o canto dos sabiás, Salazar não
despertou. Jazia silencioso.
Mãos
amigas e altamente interessadas no bem estar do falecido o depositaram em uma
sepultura nobre, onde resplandecia uma estátua de bronze reproduzindo um dos
seus incansáveis momentos de pregação.
Aos
poucos placas de agradecimento foram surgindo parafusadas no túmulo denunciando
graças alcançadas. Tornara-se uma alma milagrosa, objeto de visitação pública e
comoção de seus devotos.
O
mundo de Salazar que parecia ter findado, renascia. O mundo não acabou, mas
transformou-se. De uma outra dimensão, talvez, o mendigo continua dispensando
sua atenção e alertando que o fim está próximo.
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CONTOS EMANADOS DE SITUAÇÕES COTIDIANAS
“Os contos e poemas contidos neste blog são obras de ficção, qualquer semelhança com nomes, pessoas, fatos ou situações terá sido mera coincidência”
SABORES DO COMENDADOR
Ator Nacional: Carlos Vereza
Ator Internacional: Michael Carlisle Hall/ Jensen Ackles/ Eric Balfour
Atriz Nacional: Rosamaria Murtinho / Laura Cardoso/Zezé Mota
Atriz Internacional: Anjelica Huston
Cantor Nacional: Martinho da Vila/ Zeca Pagodinho
Cantora Nacional: Leci Brandão/ Maria Bethania/ Beth Carvalho/ Alcione/Dona Ivone Lara/Clementina de Jesus
Música: Samba de Roda
Livro: O Egípcio - Mika Waltaire
Autor: Carlos Castañeda
Filme: Besouro/Cafundó/ A Montanha dos Gorilas
Cor: Vinho e Ocre
Animal: Todos, mas especialmente gatos, jabotis e corujas.
Planta: aloé
Comida preferida: sashimi
Bebida: suco de graviola/cerveja
Mania: (várias) não passo embaixo de escada
O que aprecio nas pessoas: pontualidade, responsabilidade e organização
O que não gosto nas pessoas: pessoas indiscretas e que não cumprem seus compromissos.
Alimento que não gosta: coco, canjica, arroz doce, melão, melancia, jaca, caqui.
Ator Internacional: Michael Carlisle Hall/ Jensen Ackles/ Eric Balfour
Atriz Nacional: Rosamaria Murtinho / Laura Cardoso/Zezé Mota
Atriz Internacional: Anjelica Huston
Cantor Nacional: Martinho da Vila/ Zeca Pagodinho
Cantora Nacional: Leci Brandão/ Maria Bethania/ Beth Carvalho/ Alcione/Dona Ivone Lara/Clementina de Jesus
Música: Samba de Roda
Livro: O Egípcio - Mika Waltaire
Autor: Carlos Castañeda
Filme: Besouro/Cafundó/ A Montanha dos Gorilas
Cor: Vinho e Ocre
Animal: Todos, mas especialmente gatos, jabotis e corujas.
Planta: aloé
Comida preferida: sashimi
Bebida: suco de graviola/cerveja
Mania: (várias) não passo embaixo de escada
O que aprecio nas pessoas: pontualidade, responsabilidade e organização
O que não gosto nas pessoas: pessoas indiscretas e que não cumprem seus compromissos.
Alimento que não gosta: coco, canjica, arroz doce, melão, melancia, jaca, caqui.
UM POUCO DO COMENDADOR.
Formado em Matemática e Pedagogica. Especialista em Supervisão Escolar. Especialista em Psicologia Multifocal. Mestre em Educação. Doutor Honoris Causa pela ABD e Instituto VAEBRASIL.
Comenda Rio de Janeiro pela Febacla. Comenda Rubem Braga pela Academia Marataizense de Letras (ES). Comenda Castro Alves (BA). Comendador pela ESCBRAS. Comenda Nelson Mandela pelo CONINTER e OFHM.
Cadeira 023, da Área de Letras, Membro Titular do Colegiado Acadêmico do Clube dos Escritores de Piracicaba, patronesse Juliana Dedini Ometto. Membro efetivo da Academia Virtual Brasileira de Letras. Membro da Academia Brasileira de Estudos e Pesquisas Literárias. Membro da Literarte - Associação Internacional de Escritores e Acadêmicos. Membro da União Brasileira de Escritores. Membro da Academia de Letras e Artes de Fortaleza (ALAF). Membro da Academia de Letras de Goiás Velho (ALG). Membro da Academia de Letras de Teófilo Ottoni (Minas Gerais). Membro da Academia de Letras de Cabo Frio (ARTPOP). Membro da Academia de Letras do Brasil - Seccional Suíça. Membro da Academia dos Cavaleiros de Cristóvão Colombo. Embaixador pela Académie Française des Arts Lettres et Culture. Membro da Academia de Letras e Artes Buziana. Cadeira de Grande Honra n. 15 - Patrono Pedro I pela Febacla. Membro da Academia de Ciências, Letras e Artes de Iguaba Grande (RJ). Cadeira n.º 2- ALB Araraquara.
Moção de Aplausos pela Câmara Municipal de Taquaritinga pelos serviços em prol da Educação. Moção de Aplausos pela Câmara Municipal de Bebedouro por serviços prestados à Educação Profissional no município. Homenagem pela APEOESP, pelos serviços prestados à Educação. Título de Cidadão Bebedourense. Personalidade 2010 (Top of Mind - O Jornal- Bebedouro). Personalidade Mais Influente e Educador 2011(Top of Mind - O Jornal- Bebedouro). Personalidade 2012 (ARTPOP). Medalha Lítero-Cultural Euclides da Cunha (ALB-Suíça). Embaixador da Paz pelo Instituto VAEBRASIL.
Cadeira 023, da Área de Letras, Membro Titular do Colegiado Acadêmico do Clube dos Escritores de Piracicaba, patronesse Juliana Dedini Ometto. Membro efetivo da Academia Virtual Brasileira de Letras. Membro da Academia Brasileira de Estudos e Pesquisas Literárias. Membro da Literarte - Associação Internacional de Escritores e Acadêmicos. Membro da União Brasileira de Escritores. Membro da Academia de Letras e Artes de Fortaleza (ALAF). Membro da Academia de Letras de Goiás Velho (ALG). Membro da Academia de Letras de Teófilo Ottoni (Minas Gerais). Membro da Academia de Letras de Cabo Frio (ARTPOP). Membro da Academia de Letras do Brasil - Seccional Suíça. Membro da Academia dos Cavaleiros de Cristóvão Colombo. Embaixador pela Académie Française des Arts Lettres et Culture. Membro da Academia de Letras e Artes Buziana. Cadeira de Grande Honra n. 15 - Patrono Pedro I pela Febacla. Membro da Academia de Ciências, Letras e Artes de Iguaba Grande (RJ). Cadeira n.º 2- ALB Araraquara.
Moção de Aplausos pela Câmara Municipal de Taquaritinga pelos serviços em prol da Educação. Moção de Aplausos pela Câmara Municipal de Bebedouro por serviços prestados à Educação Profissional no município. Homenagem pela APEOESP, pelos serviços prestados à Educação. Título de Cidadão Bebedourense. Personalidade 2010 (Top of Mind - O Jornal- Bebedouro). Personalidade Mais Influente e Educador 2011(Top of Mind - O Jornal- Bebedouro). Personalidade 2012 (ARTPOP). Medalha Lítero-Cultural Euclides da Cunha (ALB-Suíça). Embaixador da Paz pelo Instituto VAEBRASIL.
Atuou como Colunista do Diário de Taquaritinga e Jornal "Quatro Páginas" - Bebedouro/SP.
É Colunista do Portal Educação (http://www.portaleducacao.com.br
Premiações Literárias: 1º Classificado na IV Seletiva de Poesias, Contos e Crônicas de Barra Bonita – SP, agosto/2005, Clube Amigo das Letras – poema “A benção”, Menção Honrosa no XVI Concurso Nacional de Poesia “Acadêmico Mário Marinho” – Academia de Letras de Paranapuã, novembro/2005 – poema “Perfeita”, 2º colocado no Prêmio FEUC (Fundação Educacional Unificada Campograndense) de Literatura – dezembro/2005 – conto “A benção”, Menção Especial no Projeto Versos no Varal – Rio de Janeiro – abril/2006 – poema “Invernal”, 1º lugar no V Concurso de Poesias de Igaraçu do Tietê – maio/2006 – poema “Perfeita”, 3º Menção Honrosa no VIII Concurso Nacional de Poesias do Clube de Escritores de Piracicaba – setembro/2006 – poema “Perfeita”, 4º lugar no Concurso Literário de Bebedouro – dezembro/2006 –poema “Tropeiros”, Menção Honrosa no I concurso de Poesias sobre Cooperativismo – Bebedouro – outubro/2007, 1º lugar no VI Concurso de Poesias de Guaratinguetá – julho/2010 – poema “Promessa”, Prêmio Especial no XII Concurso Nacional de Poesias do Clube de Escritores de Piracicaba, outubro/2010, poema “Veludo”, Menção Honrosa no 2º Concurso Literário Internacional Planície Costeira – dezembro/2010, poema “Flor de Cera”, 1º lugar no IV Concurso de Poesias da Costa da Mata Atlântica – dezembro/2010 – poema “Flor de Cera”. Outorga do Colar de Mérito Literário Haldumont Nobre Ferraz, pelo trabalho Cultural e Literário. Prêmio Literário Cláudio de Souza - Literarte 2012 - Melhor Contista.Prêmio Luso-Brasileiro de Poesia 2012 (Literarte/Editora Mágico de Oz), Melhor Contista 2013 (Prêmio Luso Brasileiro de Contos - Literarte\Editora Mágico de Oz)
Premiações Literárias: 1º Classificado na IV Seletiva de Poesias, Contos e Crônicas de Barra Bonita – SP, agosto/2005, Clube Amigo das Letras – poema “A benção”, Menção Honrosa no XVI Concurso Nacional de Poesia “Acadêmico Mário Marinho” – Academia de Letras de Paranapuã, novembro/2005 – poema “Perfeita”, 2º colocado no Prêmio FEUC (Fundação Educacional Unificada Campograndense) de Literatura – dezembro/2005 – conto “A benção”, Menção Especial no Projeto Versos no Varal – Rio de Janeiro – abril/2006 – poema “Invernal”, 1º lugar no V Concurso de Poesias de Igaraçu do Tietê – maio/2006 – poema “Perfeita”, 3º Menção Honrosa no VIII Concurso Nacional de Poesias do Clube de Escritores de Piracicaba – setembro/2006 – poema “Perfeita”, 4º lugar no Concurso Literário de Bebedouro – dezembro/2006 –poema “Tropeiros”, Menção Honrosa no I concurso de Poesias sobre Cooperativismo – Bebedouro – outubro/2007, 1º lugar no VI Concurso de Poesias de Guaratinguetá – julho/2010 – poema “Promessa”, Prêmio Especial no XII Concurso Nacional de Poesias do Clube de Escritores de Piracicaba, outubro/2010, poema “Veludo”, Menção Honrosa no 2º Concurso Literário Internacional Planície Costeira – dezembro/2010, poema “Flor de Cera”, 1º lugar no IV Concurso de Poesias da Costa da Mata Atlântica – dezembro/2010 – poema “Flor de Cera”. Outorga do Colar de Mérito Literário Haldumont Nobre Ferraz, pelo trabalho Cultural e Literário. Prêmio Literário Cláudio de Souza - Literarte 2012 - Melhor Contista.Prêmio Luso-Brasileiro de Poesia 2012 (Literarte/Editora Mágico de Oz), Melhor Contista 2013 (Prêmio Luso Brasileiro de Contos - Literarte\Editora Mágico de Oz)
Antologias: Agreste Utopia – 2004; Vozes Escritas –Clube Amigos das Letras – 2005; Além das Letras – Clube Amigos das Letras – 2006; A Terra é Azul ! -Antologia Literária Internacional – Roberto de Castro Del`Secchi – 2008; Poetas de Todo Brasil – Volume I – Clube dos Escritores de Piracicaba – 2008; XIII Coletânea Komedi – 2009; Antologia Literária Cidade – Volume II – Abílio Pacheco&Deurilene Sousa -2009; XXI Antologia de Poetas e Escritores do Brasil – Reis de Souza- 2009; Guia de Autores Contemporâneos – Galeria Brasil – Celeiro de Escritores – 2009; Guia de Autores Contemporâneos – Galeria Brasil – Celeiro de Escritores – 2010; Prêmio Valdeck Almeida de Jesus – V Edição 2009, Giz Editorial; Antologia Poesia Contemporânea - 14 Poetas - Celeiro de Escritores, 2010; Contos de Outono - Edição 2011, Autores Contemporâneos, Câmara Brasileira de Jovens Escritores; Entrelinhas Literárias, Scortecci Editora, 2011; Antologia Literária Internacional - Del Secchi - Volume XXI; Cinco Passos Para Tornar-se um Escritor, Org. Izabelle Valladares, ARTPOP, 2011; Nordeste em Verso e Prosa, Org. Edson Marques Brandão, Palmeira dos Indios/Alagoas, 2011; Projeto Delicatta VI - Contos e Crônicas, Editora Delicatta, 2011; Portas para o Além - Coletânea de Contos de Terror -Literarte - 2012; Palavras, Versos, Textos e Contextos: elos de uma corrente que nos une! - Literarte - 2012; Galeria Brasil 2012 - Guia de Autores Contemporâneos, Celeiro de Escritores, Ed. Sucesso; Antologia de Contos e Crônicas - Fronteiras : realidade ou ficção ?, Celeiro de Escritores/Editora Sucesso, 2012; Nossa História, Nossos Autores, Scortecci Editora, 2012. Contos de Hoje, Literacidade, 2012. Antologia Brasileira Diamantes III, Berthier, 2012; Antologia Cidade 10, Literacidade, 2013. I Antologia da ALAB. Raízes: Laços entre Brasil e Angola. Antologia Asas da Liberdade. II Antologia da ACLAV, 2013, Literarte. Amor em Prosa e Versos, Celeiro de Escritores, 2013. Antologia Vingança, Literarte, 2013. Antologia Prêmio Luso Brasileiro - Melhores Contistas 2013. O tempo não apaga, Antologia de Poesia e Prosa - Escritores Contemporâneos - Celeiro de Escritores. Palavras Desavisadas de Tudo - Antologia Scortecci de Poesias, Contos e Crônicas 2013. O Conto Brasileiro Hoje - Volume XXIII, RG Editores. Antologia II - Academia Nacional de Letras do Portal do Poeta Brasileiro. antologia Escritores Brasileiros, ZMF Editora. O Conto Brasileiro Hoje - Volume XXVI - RG Editores (2014). III Antologia Poética Fazendo Arte em Búzios, Editora Somar (2014). International Antology Crossing of Languages - We are Brazilians/ antologia Internacional Cruce de Idiomas - Nosotros Somos Brasileños - Or. Jô Mendonça Alcoforado - Intercâmbio Cultural (2014). 5ª Antologia Poética da ALAF (2014). Coletânea Letras Atuais, Editora Alternativa (2014). Antologia IV da Academia Nacional de Letras do Portal do Poeta Brasileiro, Editora Iluminatta (2014). A Poesia Contemporânea no Brasil, da Academia Nacional de Letras do Portal do Poeta Brasileiro, Editora Iluminatta (2014). Enciclopédia de Artistas Contemporâneos Lusófonos - 8 séculos de Língua Portuguesa, Literarte (2014). Mr. Hyde - Homem Monstro - Org. Ademir Pascale , All Print Editora (2014)
Livros (Solos): “Análise Combinatória e Probabilidade”, Geraldo José Sant’Anna/Cláudio Delfini, Editora Érica, 1996, São Paulo, e “Encantamento”, Editora Costelas Felinas, 2010; "Anhelos de la Juvenitud", Geraldo José Sant´Anna/José Roberto Almeida, Editora Costelas Felinas, 2011; O Vôo da Cotovia, Celeiro de Escritores, 2011, Pai´é - Contos de Muito Antigamente, pela Celeiro de Escritores/Editora Sucesso, 2012, A Caminho do Umbigo, pela Ed. Costelas Felinas, 2013. Metodologia de Ensino e Monitoramento da Aprendizagem em Cursos Técnicos sob a Ótica Multifocal (Editora Scortecci). Tarrafa Pedagógica (Org.), Editora Celeiro de Escritores (2013). Jardim das Almas (romance). Floriza e a Bonequinha Dourada (Infantil) pela Literarte. Planejamento, Gestão e Legislação Escolar pela Editora Erica/Saraiva (2014).
Pai´é - Contos de Muito Antigamente
Análise Combinatória e Probabilidades
juntamente com o amigo Cláudio Delfini
Anhelos de la Juvenitud
Edições Costelas Felinas
A Caminho do Umbigo
Edições Costelas felinas
Divine Acadèmie Française

Prêmio Luso Brasileiro de Poesia 2012/2013
Literarte/Mágico de Oz (Portugal)
Lançamento da Antologia Vozes Escritas

Noite de autógrafos em Barra Bonita-SP
Antologia Literária Cidade - Volume II
Poemas : Ciclone e Ébano
Antologia Eldorado
Antologia II

Antologia Cidade 10
Org. Abílio Pacheco
Antologia da ALAB
Antologia Poesia Contemporânea - 14 Poetas
Lançamento do CELEIRO DE ESCRITORES
Contos de Hoje - Narrativas
Literacidade
O Conto Brasileiro Hoje
RG Editores
Dracúlea II
...você já leu ?
Antologia Del´Secchi
Sobrenatural
Conto: A Casa do Velho
Diamantes III

Organização Fídias Teles
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