terça-feira, 14 de agosto de 2012

A CARRUAGEM DA MARQUESA



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A luz bruxuleante da vela de sebo mal iluminava o quarto imerso nas sombras. O movimento oscilante da chama criava imagens bizarras na parede de madeira. O lugar, rústico e sóbrio, traduzia uma cama já antiga, um criado mudo e um baú avantajado onde certamente as roupas eram acomodadas, além de outros objetos pessoais. A pobreza se revelava à medida que adentrando a casa se via na cozinha o fogão à lenha, sem se quer uma brasa acesa e sobre a mesa descansava uma fruteira empoeirada despojada de alimento. Duas ou três panelas com as tampas surradas jaziam a um canto em desuso. Duas pessoas encolhidas no estreito espaço entre a cama e a parede estavam atentas ao som do trotar dos cavalos lá fora. A madrugada ia em meio e como em todas elas ouvia-se as rodas da carruagem e os cascos dos alazões. 

De olhos arregalados e coração descompassado, Alzira e a pequena Inês aguardavam que o silêncio retornasse denunciando que haviam sobrevivido. Mas naquela noite a sege pareceu estacionar em frente ao casebre. Alguns passos ao redor da casa, uma pressão na janela tentando abri-la e a voz de escárnio da senhora:

- Serás a próxima !

Aquele vaticínio gelou por inteiro o corpo franzino de Alzira. Uma lágrima escorreu de seus olhos, enquanto aproximava o mais que podia Inês de seu corpo, tentando protegê-la ou proteger-se. De qualquer forma fora escolhida e estava definitivamente condenada. Os passos se distanciaram e novamente ouviu-se afastar a Marquesa. 

Alzira benzeu-se. Todos temiam a impiedosa Marquesa de Gwandoya, conhecida pelo seu prazer em causar dor e sofrimento a toda vila e moradores de suas terras. Não era possível dimensionar a extensão de seu domínio. Divertia-se sarcástica com os urros, o pranto e os pedidos de absolvição que sorrindo negava. Dizia-se eterna e eterna havia se tornado. Mesmo morta passeava pela vila durante as intermináveis madrugadas. Nunca haveria paz e segurança.

Inês era muda. Filha de Alzira e um viajante. Um forasteiro errante que perdido buscou abrigo na pobre casa. Recebeu um canto para dormir, se refazer, tomar uma sopa de nabos e aquecer-se ao calor dos seios da moça carente e frágil. A mãe morrera quando ainda pequena. Criada pelo pai sem muito afeto aprendera rapidamente as tarefas árduas do lar. O pai tinha rompantes histéricos, constantemente mal humorado. Nunca o viu sorrir. Mas o viu quebrar coisas, matar seu cãozinho a marteladas por ter entrado na casa e amaldiçoar a Deus a cada instante. De uma hora para outra desapareceu. Disseram-lhe que o haviam matado. Na vida sempre há alguém mais forte e não deve ter tolerado a grosseria do velho. Somente Alzira se submetia a ele.

O suor corria abundantemente, a fome formava um oco estranho no interior de cada uma. O sol despontava alheio ao sofrimento.

A Marquesa de Gwandoya conhecera a pobreza. Bela e sedutora corria pelos capinzais e plantações com a elegância de uma rainha. Apesar dos trajes sem luxo, qualquer adorno, fosse uma flor ou um cipó trançado tornavam-se especiais ornamentando seu corpo. Havia um magnetismo, uma força em seu olhar que atraía como um ímã qualquer homem que desejasse. Talvez tenha sido essa aura misteriosa que atraiu Dom João de Sudi, o poderoso senhor de Gwandoya. A crueldade da moça revelou-se aos poucos, maltratando as criadas, pisando sobre os camponeses, manipulando a vida de toda gente daquela região.

Depois vieram os flagelos, as prisões recheadas de torturas e as mais cruéis técnicas para gerar a dor, obrigando a presa a implorar piedade. Sentimento ausente na Marquesa. Contam que ela própria socou, no imenso pilão que mandara talhar, seu marido Dom João. Mesmo com idade avançava conservava a elegância, o olhar vivo e profundo, o sorriso juvenil. Não se sabe quando e de que forma morreu, mas o fato é que agora estava mais terrível que nunca. Intocável, invulnerável e dona de todas as almas.

A porta abriu-se num estrondo. Alzira levantou-se trêmula diante da sombra que se aproximava. Os olhos. Eram os belos olhos da Marquesa.

Despertou em um quarto escuro e lodoso. O frio congelava os ossos. Tateou até perceber a tramela da porta de madeira. A escuridão já não era tão intensa. Percebeu que estava nua. Arrancou com asco algumas lesmas negras e luzidias que deslizavam pelo seu corpo. Olhou ao redor buscando alguma referência. Parecia um bosque. Pisava em algo como que barro. Talvez fosse um pântano. Gritou por socorro. Nem um som. Nem eco. Estava definitivamente só naquele lugar ermo. Lembrou-se de Inês. 
Chamou-a muitas vezes. Insistiu. Nada. Tentou correr, mas a lama não permitia. Seguiu adiante, sem rumo.

Talvez estivesse morta. Desesperou-se. Apalpou-se. Sentia seu corpo. Respirava. Beliscou-se. Sentia dor. Estava viva. Exausta. Faminta. Precisava de algo para comer. Não distante viu o vulto de alguém que passava. Chamou. Apressou o passo como pode. Ele seguia alguns metros à frente. Acelerava os passos à medida que Alzira se aproximava. Desapareceu em uma grande encruzilhada. Lembrou-se de seu pai. Apesar de todas as lembranças seria uma benção encontrá-lo. Seguiu um dos braços da estrada atraída por sons desconexos. A cada passo os sons se tornavam gemidos, lamentos, murmúrios de orações. Uma brisa leve e quente percorria o lugar. Um manguezal. Na lama homens e mulheres rastejavam aparentemente cegos. A falta de luz os tornara qualquer coisa que não era humana. Fugiu como pode das mãos que tentavam agarrá-la ou pedir ajuda. Alzira não se deteve para descobrir. Afastou-se aos prantos, tomada pelo pânico, confusa e assustada. Que lugar era aquele? Como chegara ali?

Encolheu-se atrás de um muro vencido pelo tempo ao ouvir, mais uma vez, a carruagem maldita da Marquesa. Teve a certeza de ter visto Inês junto da anciã perversa. Esgueirando-se seguiu as marcas das rodas. Distanciou-se até estacar-se impactada pela suntuosidade de um castelo de quartzo fumê. Glicínias floridas em cachos pendentes destacavam-se no cenário desolado. Um lago. Álamos frondosos. Um cenário que oscilava entre a beleza e o terror. O vento gélido parecia defender a fortaleza de possíveis intrusos. Tanto deus quanto o demônio podiam residir ali. 

Vagueando entre as sombras adentrou o espaço ciceroneado pelo brasão de Gwandoya. Dois galos combatentes digladiando tendo uma lua negra entre eles com duas espadas cruzadas emcimadas por uma coroa de marquês. O eco era intenso. Quase impossível andar sem gerar ruído. O salão imenso mostrava uma escada em espiral logarítmica e várias estátuas. Pessoas petrificadas pelas artes secretas. O cheiro da morte volitava quase palpável, denso, acariciando o dorso de Alzira. 

As mãos suaves da Marquesa seguraram com firmeza o pescoço da moça. De olhos esbugalhados viu turvar-se o rosto da poderosa anciã. Desmaiou.

Tateou o chão em busca de si mesma. As pequenas mãos de Inês justapostas denunciavam que estava mergulhada em oração. Uma ratazana cruzou o quarto farejando algo. A porta fechou-se bruscamente. Ouviu o coche afastar-se.

Conferiu o pescoço. Olhou Inês assombrada. A Marquesa às deixara viver? O que acontecera? Abraçou-se à imagem da Madona Negra estática em seu criado mudo. Levantou-se vacilante. Estava nua, enlameada, ferida. A um canto vislumbrou seu corpo estendido. Quieto. Mudo. Morto. 



CONTOS EMANADOS DE SITUAÇÕES COTIDIANAS

“Os contos e poemas contidos neste blog são obras de ficção, qualquer semelhança com nomes, pessoas, fatos ou situações terá sido mera coincidência”

SABORES DO COMENDADOR

Ator Nacional: Carlos Vereza

Ator Internacional: Michael Carlisle Hall/ Jensen Ackles/ Eric Balfour

Atriz Nacional: Rosamaria Murtinho / Laura Cardoso/Zezé Mota

Atriz Internacional: Anjelica Huston

Cantor Nacional: Martinho da Vila/ Zeca Pagodinho

Cantora Nacional: Leci Brandão/ Maria Bethania/ Beth Carvalho/ Alcione/Dona Ivone Lara/Clementina de Jesus

Música: Samba de Roda

Livro: O Egípcio - Mika Waltaire

Autor: Carlos Castañeda

Filme: Besouro/Cafundó/ A Montanha dos Gorilas

Cor: Vinho e Ocre

Animal: Todos, mas especialmente gatos, jabotis e corujas.

Planta: aloé

Comida preferida: sashimi

Bebida: suco de graviola/cerveja

Mania: (várias) não passo embaixo de escada

O que aprecio nas pessoas: pontualidade, responsabilidade e organização

O que não gosto nas pessoas: pessoas indiscretas e que não cumprem seus compromissos.

Alimento que não gosta: coco, canjica, arroz doce, melão, melancia, jaca, caqui.

UM POUCO DO COMENDADOR.


Formado em Matemática e Pedagogica. Especialista em Supervisão Escolar. Especialista em Psicologia Multifocal. Mestre em Educação. Doutor Honoris Causa pela ABD e Instituto VAEBRASIL.

Comenda Rio de Janeiro pela Febacla. Comenda Rubem Braga pela Academia Marataizense de Letras (ES). Comenda Castro Alves (BA). Comendador pela ESCBRAS. Comenda Nelson Mandela pelo CONINTER e OFHM.

Cadeira 023, da Área de Letras, Membro Titular do Colegiado Acadêmico do Clube dos Escritores de Piracicaba, patronesse Juliana Dedini Ometto. Membro efetivo da Academia Virtual Brasileira de Letras. Membro da Academia Brasileira de Estudos e Pesquisas Literárias. Membro da Literarte - Associação Internacional de Escritores e Acadêmicos. Membro da União Brasileira de Escritores. Membro da Academia de Letras e Artes de Fortaleza (ALAF). Membro da Academia de Letras de Goiás Velho (ALG). Membro da Academia de Letras de Teófilo Ottoni (Minas Gerais). Membro da Academia de Letras de Cabo Frio (ARTPOP). Membro da Academia de Letras do Brasil - Seccional Suíça. Membro da Academia dos Cavaleiros de Cristóvão Colombo. Embaixador pela Académie Française des Arts Lettres et Culture. Membro da Academia de Letras e Artes Buziana. Cadeira de Grande Honra n. 15 - Patrono Pedro I pela Febacla. Membro da Academia de Ciências, Letras e Artes de Iguaba Grande (RJ). Cadeira n.º 2- ALB Araraquara.

Moção de Aplausos pela Câmara Municipal de Taquaritinga pelos serviços em prol da Educação. Moção de Aplausos pela Câmara Municipal de Bebedouro por serviços prestados à Educação Profissional no município. Homenagem pela APEOESP, pelos serviços prestados à Educação. Título de Cidadão Bebedourense. Personalidade 2010 (Top of Mind - O Jornal- Bebedouro). Personalidade Mais Influente e Educador 2011(Top of Mind - O Jornal- Bebedouro). Personalidade 2012 (ARTPOP). Medalha Lítero-Cultural Euclides da Cunha (ALB-Suíça). Embaixador da Paz pelo Instituto VAEBRASIL.

Atuou como Colunista do Diário de Taquaritinga e Jornal "Quatro Páginas" - Bebedouro/SP.
É Colunista do Portal Educação (http://www.portaleducacao.com.br

Premiações Literárias: 1º Classificado na IV Seletiva de Poesias, Contos e Crônicas de Barra Bonita – SP, agosto/2005, Clube Amigo das Letras – poema “A benção”, Menção Honrosa no XVI Concurso Nacional de Poesia “Acadêmico Mário Marinho” – Academia de Letras de Paranapuã, novembro/2005 – poema “Perfeita”, 2º colocado no Prêmio FEUC (Fundação Educacional Unificada Campograndense) de Literatura – dezembro/2005 – conto “A benção”, Menção Especial no Projeto Versos no Varal – Rio de Janeiro – abril/2006 – poema “Invernal”, 1º lugar no V Concurso de Poesias de Igaraçu do Tietê – maio/2006 – poema “Perfeita”, 3º Menção Honrosa no VIII Concurso Nacional de Poesias do Clube de Escritores de Piracicaba – setembro/2006 – poema “Perfeita”, 4º lugar no Concurso Literário de Bebedouro – dezembro/2006 –poema “Tropeiros”, Menção Honrosa no I concurso de Poesias sobre Cooperativismo – Bebedouro – outubro/2007, 1º lugar no VI Concurso de Poesias de Guaratinguetá – julho/2010 – poema “Promessa”, Prêmio Especial no XII Concurso Nacional de Poesias do Clube de Escritores de Piracicaba, outubro/2010, poema “Veludo”, Menção Honrosa no 2º Concurso Literário Internacional Planície Costeira – dezembro/2010, poema “Flor de Cera”, 1º lugar no IV Concurso de Poesias da Costa da Mata Atlântica – dezembro/2010 – poema “Flor de Cera”. Outorga do Colar de Mérito Literário Haldumont Nobre Ferraz, pelo trabalho Cultural e Literário. Prêmio Literário Cláudio de Souza - Literarte 2012 - Melhor Contista.Prêmio Luso-Brasileiro de Poesia 2012 (Literarte/Editora Mágico de Oz), Melhor Contista 2013 (Prêmio Luso Brasileiro de Contos - Literarte\Editora Mágico de Oz)

Antologias: Agreste Utopia – 2004; Vozes Escritas –Clube Amigos das Letras – 2005; Além das Letras – Clube Amigos das Letras – 2006; A Terra é Azul ! -Antologia Literária Internacional – Roberto de Castro Del`Secchi – 2008; Poetas de Todo Brasil – Volume I – Clube dos Escritores de Piracicaba – 2008; XIII Coletânea Komedi – 2009; Antologia Literária Cidade – Volume II – Abílio Pacheco&Deurilene Sousa -2009; XXI Antologia de Poetas e Escritores do Brasil – Reis de Souza- 2009; Guia de Autores Contemporâneos – Galeria Brasil – Celeiro de Escritores – 2009; Guia de Autores Contemporâneos – Galeria Brasil – Celeiro de Escritores – 2010; Prêmio Valdeck Almeida de Jesus – V Edição 2009, Giz Editorial; Antologia Poesia Contemporânea - 14 Poetas - Celeiro de Escritores, 2010; Contos de Outono - Edição 2011, Autores Contemporâneos, Câmara Brasileira de Jovens Escritores; Entrelinhas Literárias, Scortecci Editora, 2011; Antologia Literária Internacional - Del Secchi - Volume XXI; Cinco Passos Para Tornar-se um Escritor, Org. Izabelle Valladares, ARTPOP, 2011; Nordeste em Verso e Prosa, Org. Edson Marques Brandão, Palmeira dos Indios/Alagoas, 2011; Projeto Delicatta VI - Contos e Crônicas, Editora Delicatta, 2011; Portas para o Além - Coletânea de Contos de Terror -Literarte - 2012; Palavras, Versos, Textos e Contextos: elos de uma corrente que nos une! - Literarte - 2012; Galeria Brasil 2012 - Guia de Autores Contemporâneos, Celeiro de Escritores, Ed. Sucesso; Antologia de Contos e Crônicas - Fronteiras : realidade ou ficção ?, Celeiro de Escritores/Editora Sucesso, 2012; Nossa História, Nossos Autores, Scortecci Editora, 2012. Contos de Hoje, Literacidade, 2012. Antologia Brasileira Diamantes III, Berthier, 2012; Antologia Cidade 10, Literacidade, 2013. I Antologia da ALAB. Raízes: Laços entre Brasil e Angola. Antologia Asas da Liberdade. II Antologia da ACLAV, 2013, Literarte. Amor em Prosa e Versos, Celeiro de Escritores, 2013. Antologia Vingança, Literarte, 2013. Antologia Prêmio Luso Brasileiro - Melhores Contistas 2013. O tempo não apaga, Antologia de Poesia e Prosa - Escritores Contemporâneos - Celeiro de Escritores. Palavras Desavisadas de Tudo - Antologia Scortecci de Poesias, Contos e Crônicas 2013. O Conto Brasileiro Hoje - Volume XXIII, RG Editores. Antologia II - Academia Nacional de Letras do Portal do Poeta Brasileiro. antologia Escritores Brasileiros, ZMF Editora. O Conto Brasileiro Hoje - Volume XXVI - RG Editores (2014). III Antologia Poética Fazendo Arte em Búzios, Editora Somar (2014). International Antology Crossing of Languages - We are Brazilians/ antologia Internacional Cruce de Idiomas - Nosotros Somos Brasileños - Or. Jô Mendonça Alcoforado - Intercâmbio Cultural (2014). 5ª Antologia Poética da ALAF (2014). Coletânea Letras Atuais, Editora Alternativa (2014). Antologia IV da Academia Nacional de Letras do Portal do Poeta Brasileiro, Editora Iluminatta (2014). A Poesia Contemporânea no Brasil, da Academia Nacional de Letras do Portal do Poeta Brasileiro, Editora Iluminatta (2014). Enciclopédia de Artistas Contemporâneos Lusófonos - 8 séculos de Língua Portuguesa, Literarte (2014). Mr. Hyde - Homem Monstro - Org. Ademir Pascale , All Print Editora (2014)

Livros (Solos): “Análise Combinatória e Probabilidade”, Geraldo José Sant’Anna/Cláudio Delfini, Editora Érica, 1996, São Paulo, e “Encantamento”, Editora Costelas Felinas, 2010; "Anhelos de la Juvenitud", Geraldo José Sant´Anna/José Roberto Almeida, Editora Costelas Felinas, 2011; O Vôo da Cotovia, Celeiro de Escritores, 2011, Pai´é - Contos de Muito Antigamente, pela Celeiro de Escritores/Editora Sucesso, 2012, A Caminho do Umbigo, pela Ed. Costelas Felinas, 2013. Metodologia de Ensino e Monitoramento da Aprendizagem em Cursos Técnicos sob a Ótica Multifocal (Editora Scortecci). Tarrafa Pedagógica (Org.), Editora Celeiro de Escritores (2013). Jardim das Almas (romance). Floriza e a Bonequinha Dourada (Infantil) pela Literarte. Planejamento, Gestão e Legislação Escolar pela Editora Erica/Saraiva (2014).

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