domingo, 16 de outubro de 2011

EUSÉBIA



         A mata resplandecia num intenso verde, após as chuvas providenciais que a renovavam periodicamente. Sua beleza era intensificada pelos diferentes cantos de pássaros e pelos ruídos dos macacos prego, abundantes ali. Um urubu-rei passa voando leve e soberano deixando cair uma pena, imediatamente colhida no ar por Eusébia. A mulher chegava ao distante sertão de Araraquara, em terras doadas pelas mãos do próprio Imperador. Com ela deus cinco filhos: Luís Henrique, Vanderlei, Ivany, Manoela e Eusébio, o menor, ainda de colo. Viera sozinha, com seus filhos, e nunca falaria sobre o marido.
            Alojou-se à beira de um riacho, construindo uma pequena casa de madeira. Em nada temia o trabalho da roça, cortando lenha, capinando e cultivando o que era importante para a subsistência da família. Havia aceitado o desafio de encarar aquele lugar distante, afastado, onde apenas uns poucos tropeiros um dia haviam atravessado. Aos poucos adaptou-se, criou porcos, plantou milho. Todas as tardes rendia-se em oração agradecendo o que possuía, em especial a Santa Bárbara, santa de sua inquestionável devoção.
            Os filhos cresciam harmonizados com a natureza, sabendo identificar se o tempo prometia trazer chuva, frio ou estiagem. Os sons da floresta trazia mensagens. Eusébia buscava criar os irmãos para viverem juntos, colaborarem uns com os outros, seriam unidos e nunca se separarem. Mantinha a família com mão de ferro, com regras rígidas e inflexíveis, punindo ferozmente os que ousassem descumpri-las.
            Apesar da onipresença de Eusébia na vida dos filhos, naturalmente eram diferentes. Luís Henrique era o mais velho, sempre pronto, madrugando para os serviços do campo, altamente submisso à mãe, atendendo-a com agilidade e sem questionamentos, por mais difícil que fosse a tarefa. Já Vanderlei, embora obediente, tinha um lado mais sonolento, vadio, que acabava por se aproveitar do irmão mais velho, quando lhe convinha. Eusébio ainda crescia, deixando florescer sua personalidade gradativamente. Eusébia parecia ser mais condescendente com ele, evitando serviços mais pesados. Os demais desde crianças já desenvolviam algumas atividades permitidas pela idade.
            Ivany e Manoela eram já donas de casa, cozinhando lavando e passando com ferro de brasa. Engomando as roupas e seguindo os passos da mãe. Ivany mais acanhada, reservada, vivendo um mundo desconhecido de todos e oculto em seu silêncio. Manoela, ao contrário, era faladeira, até demais, levando periodicamente tapas na boca por falar o que não devia ou duvidar dos poderes divinos.
            Na vila próxima dali, há três quilômetros, Eusébia já era assunto das vizinhas debruçadas nas cercas que dividiam seus quintais. A temiam e reverenciavam, apesar dos protestos do Cônego Lafayete anunciando que deveriam temer exclusivamente a Deus. Tais manifestações duraram até adoecer. Estendido pálido na cama, as senhoras insistiam que ele autorizasse chamar Eusébia, mas ele persistia dizendo que preferia morrer a recebê-la. E morreu duas semanas depois, sendo substituído pelo Padre Eurico, uma pouco mais maleável quanto às crenças populares.
            Certos de que Eusébia havia matado o cônego, ficou ainda mais conhecida e as beatas se benziam ao ouvir o nome dela e recusavam-se a pronunciar o nome dela, preferindo dizer “a Senhora do Ribeirão dos Porcos”, tendo-se em vista os animais que Eusébia criava à beira do riacho.
            Eventualmente alguém aparecia para ser benzido por Eusébia. Algumas vezes pessoas visivelmente desesperadas e que saíam aliviadas da sala de chão batido da casa muito simples da senhora. Não cobrava nada, não recebia nada em troca e repreendia severamente quem insistia. Não fazia questão de ser agradável, benzia e despachava quem a procurava apenas dizendo “Vá em paz, Santa Bárbara vai te cuidar”.
            Um dia Eusébia entrou na mata e não voltou mais. Os filhos a procuraram por dias. Passaram meses. Os filhos estavam desolados, mas decidiram enfrentar a vida tal qual a mãe havia os ensinado.
            Ivany era a encarregada de fazer compras na vila, no armazém do Seu Samir. Foi lá que enamorou-se de Kalil, belo moço de cabelos negros e olhos profundos. Aos finais da tarde sentava-se aos pés da mangueira e sonhava com seu príncipe. Termia revelar tais secretos desejos, pois sua mãe ordenara que permanecessem juntos. Os encontros no armazém, a educação, carinho, solicitude de Kalil a desmanchavam qual manteiga ao sol.  Não demorou para que o moço aparecesse de trás da mangueira e foi lá que o primeiro beijo fora roubado, apesar do coração tentar saltar garganta a fora e surtar num impiedoso desmaio, ficando desfalecida entre as folhas secas e acudida pela desesperada Manoela.
            Mas o destino parecia não corresponder às expectativas de Eusébia. Ivany aos poucos rendeu-se aos apelos de Kalil, Vanderlei conheceu Ivete, Manoela interessou-se por Abdol, primo do cunhado. Na velha casa à beira do Ribeirão dos Porcos permaneceram Luís Henrique e Eusébio. Luís Henrique buscou ser fiel aos ensinamentos da mãe, mas acabou cedendo aos encantos de Belô. Juntos passaram a habitar a herança de Eusébia, ao lado de Eusébio, já adolescente.
            A vida percorria o curso normal da vida das pessoas que casam, trabalham, sustentam os filhos e nesse burburinho são absorvidas no cotidiano dos dias.
            Abdol gradativamente foi mostrando-se violento. Agressivo com os filhos, apesar de pequenos, Ercília e Clarice. Em uma discussão em que Abdol quebrou uma louça que Manoela amava e avançou para espancá-la, sem razões explícitas para isso, teve sua mão segura no ar, com a materialização de Eusébia empurrando-o e desaparecendo. Atordoado, como que fortemente golpeado, Abdol saiu numa estrondosa batida na porta. Manoela sentou-se, trêmula, seja pela ameaça do marido, seja pela aparição repentina da mãe.
            Correu para contar o ocorrido para Ivany, que com lágrimas nos olhos, narrou que a mãe já havia lhe aparecido várias vezes em sonho.
            Abdol entregou-se à bebida e para manter a casa Manoela passou a trabalhar em casa de família como doméstica. Ercília havia ficado responsável em levar ao pai o almoço em uma marmita. Com o passar do tempo a menina resistia em fazê-lo, chorava, fingia estar doente e somente cumpria sua tarefa após apanhar vigorosamente. Até que um dia não suportando mais o peso do que sofria narrou para a mãe os abusos do pai. Desolada Manoela pegou as filhas e rumou para sua antiga casa, à beira do riacho. Aproveitaria para fugir do abominável marido e cuidar de Belô que estava gravemente enferma.
            Belô veio a falecer com dores indescritíveis. Belô e Luís Henrique não tiveram filhos. Apesar da maneira desastrosa, o acontecido trazia alento ao pobre homem, agora viúvo.
            Ivany, por sua vez, notava cada vez mais o silêncio de Kalil, com ar depressivo caminhando pela casa, despertando insone pela madrugada. Badí e Basir, seus filhos sentiam a ausência do pai, antes alegre e brincalhão. Algumas vezes era surpreendido chorando, mas não revelava o que acontecia, deixando a esposa desesperada. O sofrimento explodiu quando Ivany o encontrou enforcado na cozinha. Na mesa, apenas um bilhete “perdoe-me querida Ivany, procure o Dr. Fouad, te amarei sempre.”
            O médico lhe trouxe outra informação bombástica. Kalil havia se apaixonado por uma moça sem posses, muito pobre, e com ela tivera um filho. Pediu que nunca fosse revelado o nome da mulher, mas o filho havia sido deixado sem família na maternidade. Milhares de sentimentos povoaram Ivany, da pena ao ódio, do carinho ao desprezo. Queria conhecer a fulana.
            Não foi difícil chegar até a moça, muito simples de nome Nádia. Pensou em esbofeteá-la, cortar-lhe o pescoço e lançar o corpo aos cães, mas apiedou-se ao ver a casa, o lugar em que morava, ela já sofria o suficiente. Em prantos dirigiu-se ao hospital. Lá conheceu o bibelô das freiras: o menino que chamavam de Victor. Se era filho de Kalil era seu também. Acolheu-o.
            A casa lhe transmitia toda dor de um amor que havia sido lindo por incontáveis anos. Arrumou as malas e retornou à casa de Eusébia. A grande casa os acomodaria com tranqüilidade. Por outro lado, a herança de Kalil permitiria realizar muitas melhorias na fazenda, permitindo uma vida confortável aos filhos.
            A vida de Vanderlei também sofreria revezes e que o levariam de volta para a casa de sua mãe. Estava no trabalho na serralheria quando a voz de Eusébia ressoou forte em seus ouvidos chamando-o. Por várias vezes.
            - Vá agora para casa, estou mandando!, a voz da mãe era clara, determinada e dura como sempre fora.            
         Automaticamente levantou-se e foi para casa. Surpreendeu a esposa na cama com Waldemar, o barbeiro. Espancou-o com a fúria de um homem traído. Foi a cozinha pegar uma faca enquanto o barbeiro fugia semi-nu. Colocou a faca no pescoço de Ivete, perguntando “por que”, entre palavrões e ameaças. Lançou-a para fora de casa, jogando as roupas pela calçada, assistido pelo grande público da vizinhança. Sozinho chorou, consolado pela filha Izildinha que se mantinha trancada no quarto até que a mãe ordenasse que saísse.
            Contendo o sofrimento e recuperando-se de outra dor que a vida lhe concedeu, meses após, surpreendeu-se com gritos na rua. Izildinha havia sido atropelada. Estava ensangüentada na rua, já morta. De súbito, surge em sua mente a figura de Eusébia “vocês devem permanecer juntos”.
            Os irmãos se reuniam na velha casa com as crianças. Relembrando a mãe, Ivany começava a benzer. Sempre o fazia, porém apenas para os filhos e sobrinhos, mas agora queria beneficiar outras pessoas. Os homens decidiram, juntos, cuidar da fazenda. Manoela com as crianças cuidavam da casa.
            Eusébio mantinha sua vida serena, quieta, calada, conversando com o velho riacho, o Ribeirão dos Porcos, que nunca deixara. Sabia o que sua mãe determinara e não seria ele a enfrentar uma ordem dela. Em frente à casa, no tosco banco de madeira, Eusébia observava o movimento dos filhos, rindo, conversando...como antes.
            

CONTOS EMANADOS DE SITUAÇÕES COTIDIANAS

“Os contos e poemas contidos neste blog são obras de ficção, qualquer semelhança com nomes, pessoas, fatos ou situações terá sido mera coincidência”

SABORES DO COMENDADOR

Ator Nacional: Carlos Vereza

Ator Internacional: Michael Carlisle Hall/ Jensen Ackles/ Eric Balfour

Atriz Nacional: Rosamaria Murtinho / Laura Cardoso/Zezé Mota

Atriz Internacional: Anjelica Huston

Cantor Nacional: Martinho da Vila/ Zeca Pagodinho

Cantora Nacional: Leci Brandão/ Maria Bethania/ Beth Carvalho/ Alcione/Dona Ivone Lara/Clementina de Jesus

Música: Samba de Roda

Livro: O Egípcio - Mika Waltaire

Autor: Carlos Castañeda

Filme: Besouro/Cafundó/ A Montanha dos Gorilas

Cor: Vinho e Ocre

Animal: Todos, mas especialmente gatos, jabotis e corujas.

Planta: aloé

Comida preferida: sashimi

Bebida: suco de graviola/cerveja

Mania: (várias) não passo embaixo de escada

O que aprecio nas pessoas: pontualidade, responsabilidade e organização

O que não gosto nas pessoas: pessoas indiscretas e que não cumprem seus compromissos.

Alimento que não gosta: coco, canjica, arroz doce, melão, melancia, jaca, caqui.

UM POUCO DO COMENDADOR.


Formado em Matemática e Pedagogica. Especialista em Supervisão Escolar. Especialista em Psicologia Multifocal. Mestre em Educação. Doutor Honoris Causa pela ABD e Instituto VAEBRASIL.

Comenda Rio de Janeiro pela Febacla. Comenda Rubem Braga pela Academia Marataizense de Letras (ES). Comenda Castro Alves (BA). Comendador pela ESCBRAS. Comenda Nelson Mandela pelo CONINTER e OFHM.

Cadeira 023, da Área de Letras, Membro Titular do Colegiado Acadêmico do Clube dos Escritores de Piracicaba, patronesse Juliana Dedini Ometto. Membro efetivo da Academia Virtual Brasileira de Letras. Membro da Academia Brasileira de Estudos e Pesquisas Literárias. Membro da Literarte - Associação Internacional de Escritores e Acadêmicos. Membro da União Brasileira de Escritores. Membro da Academia de Letras e Artes de Fortaleza (ALAF). Membro da Academia de Letras de Goiás Velho (ALG). Membro da Academia de Letras de Teófilo Ottoni (Minas Gerais). Membro da Academia de Letras de Cabo Frio (ARTPOP). Membro da Academia de Letras do Brasil - Seccional Suíça. Membro da Academia dos Cavaleiros de Cristóvão Colombo. Embaixador pela Académie Française des Arts Lettres et Culture. Membro da Academia de Letras e Artes Buziana. Cadeira de Grande Honra n. 15 - Patrono Pedro I pela Febacla. Membro da Academia de Ciências, Letras e Artes de Iguaba Grande (RJ). Cadeira n.º 2- ALB Araraquara.

Moção de Aplausos pela Câmara Municipal de Taquaritinga pelos serviços em prol da Educação. Moção de Aplausos pela Câmara Municipal de Bebedouro por serviços prestados à Educação Profissional no município. Homenagem pela APEOESP, pelos serviços prestados à Educação. Título de Cidadão Bebedourense. Personalidade 2010 (Top of Mind - O Jornal- Bebedouro). Personalidade Mais Influente e Educador 2011(Top of Mind - O Jornal- Bebedouro). Personalidade 2012 (ARTPOP). Medalha Lítero-Cultural Euclides da Cunha (ALB-Suíça). Embaixador da Paz pelo Instituto VAEBRASIL.

Atuou como Colunista do Diário de Taquaritinga e Jornal "Quatro Páginas" - Bebedouro/SP.
É Colunista do Portal Educação (http://www.portaleducacao.com.br

Premiações Literárias: 1º Classificado na IV Seletiva de Poesias, Contos e Crônicas de Barra Bonita – SP, agosto/2005, Clube Amigo das Letras – poema “A benção”, Menção Honrosa no XVI Concurso Nacional de Poesia “Acadêmico Mário Marinho” – Academia de Letras de Paranapuã, novembro/2005 – poema “Perfeita”, 2º colocado no Prêmio FEUC (Fundação Educacional Unificada Campograndense) de Literatura – dezembro/2005 – conto “A benção”, Menção Especial no Projeto Versos no Varal – Rio de Janeiro – abril/2006 – poema “Invernal”, 1º lugar no V Concurso de Poesias de Igaraçu do Tietê – maio/2006 – poema “Perfeita”, 3º Menção Honrosa no VIII Concurso Nacional de Poesias do Clube de Escritores de Piracicaba – setembro/2006 – poema “Perfeita”, 4º lugar no Concurso Literário de Bebedouro – dezembro/2006 –poema “Tropeiros”, Menção Honrosa no I concurso de Poesias sobre Cooperativismo – Bebedouro – outubro/2007, 1º lugar no VI Concurso de Poesias de Guaratinguetá – julho/2010 – poema “Promessa”, Prêmio Especial no XII Concurso Nacional de Poesias do Clube de Escritores de Piracicaba, outubro/2010, poema “Veludo”, Menção Honrosa no 2º Concurso Literário Internacional Planície Costeira – dezembro/2010, poema “Flor de Cera”, 1º lugar no IV Concurso de Poesias da Costa da Mata Atlântica – dezembro/2010 – poema “Flor de Cera”. Outorga do Colar de Mérito Literário Haldumont Nobre Ferraz, pelo trabalho Cultural e Literário. Prêmio Literário Cláudio de Souza - Literarte 2012 - Melhor Contista.Prêmio Luso-Brasileiro de Poesia 2012 (Literarte/Editora Mágico de Oz), Melhor Contista 2013 (Prêmio Luso Brasileiro de Contos - Literarte\Editora Mágico de Oz)

Antologias: Agreste Utopia – 2004; Vozes Escritas –Clube Amigos das Letras – 2005; Além das Letras – Clube Amigos das Letras – 2006; A Terra é Azul ! -Antologia Literária Internacional – Roberto de Castro Del`Secchi – 2008; Poetas de Todo Brasil – Volume I – Clube dos Escritores de Piracicaba – 2008; XIII Coletânea Komedi – 2009; Antologia Literária Cidade – Volume II – Abílio Pacheco&Deurilene Sousa -2009; XXI Antologia de Poetas e Escritores do Brasil – Reis de Souza- 2009; Guia de Autores Contemporâneos – Galeria Brasil – Celeiro de Escritores – 2009; Guia de Autores Contemporâneos – Galeria Brasil – Celeiro de Escritores – 2010; Prêmio Valdeck Almeida de Jesus – V Edição 2009, Giz Editorial; Antologia Poesia Contemporânea - 14 Poetas - Celeiro de Escritores, 2010; Contos de Outono - Edição 2011, Autores Contemporâneos, Câmara Brasileira de Jovens Escritores; Entrelinhas Literárias, Scortecci Editora, 2011; Antologia Literária Internacional - Del Secchi - Volume XXI; Cinco Passos Para Tornar-se um Escritor, Org. Izabelle Valladares, ARTPOP, 2011; Nordeste em Verso e Prosa, Org. Edson Marques Brandão, Palmeira dos Indios/Alagoas, 2011; Projeto Delicatta VI - Contos e Crônicas, Editora Delicatta, 2011; Portas para o Além - Coletânea de Contos de Terror -Literarte - 2012; Palavras, Versos, Textos e Contextos: elos de uma corrente que nos une! - Literarte - 2012; Galeria Brasil 2012 - Guia de Autores Contemporâneos, Celeiro de Escritores, Ed. Sucesso; Antologia de Contos e Crônicas - Fronteiras : realidade ou ficção ?, Celeiro de Escritores/Editora Sucesso, 2012; Nossa História, Nossos Autores, Scortecci Editora, 2012. Contos de Hoje, Literacidade, 2012. Antologia Brasileira Diamantes III, Berthier, 2012; Antologia Cidade 10, Literacidade, 2013. I Antologia da ALAB. Raízes: Laços entre Brasil e Angola. Antologia Asas da Liberdade. II Antologia da ACLAV, 2013, Literarte. Amor em Prosa e Versos, Celeiro de Escritores, 2013. Antologia Vingança, Literarte, 2013. Antologia Prêmio Luso Brasileiro - Melhores Contistas 2013. O tempo não apaga, Antologia de Poesia e Prosa - Escritores Contemporâneos - Celeiro de Escritores. Palavras Desavisadas de Tudo - Antologia Scortecci de Poesias, Contos e Crônicas 2013. O Conto Brasileiro Hoje - Volume XXIII, RG Editores. Antologia II - Academia Nacional de Letras do Portal do Poeta Brasileiro. antologia Escritores Brasileiros, ZMF Editora. O Conto Brasileiro Hoje - Volume XXVI - RG Editores (2014). III Antologia Poética Fazendo Arte em Búzios, Editora Somar (2014). International Antology Crossing of Languages - We are Brazilians/ antologia Internacional Cruce de Idiomas - Nosotros Somos Brasileños - Or. Jô Mendonça Alcoforado - Intercâmbio Cultural (2014). 5ª Antologia Poética da ALAF (2014). Coletânea Letras Atuais, Editora Alternativa (2014). Antologia IV da Academia Nacional de Letras do Portal do Poeta Brasileiro, Editora Iluminatta (2014). A Poesia Contemporânea no Brasil, da Academia Nacional de Letras do Portal do Poeta Brasileiro, Editora Iluminatta (2014). Enciclopédia de Artistas Contemporâneos Lusófonos - 8 séculos de Língua Portuguesa, Literarte (2014). Mr. Hyde - Homem Monstro - Org. Ademir Pascale , All Print Editora (2014)

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