domingo, 18 de março de 2012

JACARANDÁ MIMOSO


http://profgeraldojsantanna.blogspot.com

                      As folhas secas insistiam em adentrar a varanda da casa trazidas por um vento persistente. Diante da casa o jacarandá mimoso exibia suas flores arroxeadas, aliás toda a rua em sua longa extensão era ornamentada por essa árvore. A visão era belíssima na época de seu florescer. E foi nesse cenário que cresci. A casa já pertencera a minha avó Mafalda e com seu falecimento foi herdada por minha mãe. Uma casa repleta de estórias da família. Na época de minha avó a casa era bem mais movimentada. Lá moraram também meu avô Celestino e meus tios Chico e Januário. Chico gostava de escrever poemas zelando pelo rigor das rimas e estribilhos, pegava o lápis e deixava a mão percorrer o papel que embrulhava o pão. Então guardava na gaveta de seu criado-mudo cada emanação de sua alma quase sempre turbulenta, triste e lamentosa.

                       Januário era homem da roça, pegava o caminhão de turma com seu embornal a tiracolo, sua marmita e saía para colher tomates, limões, goiabas conforme a época e as safras. Gostava daquilo. Após o trabalho apreciava uma branquinha. E apreciou tanto que passou a saboreá-la progressivamente mais vezes ao dia até abandonar a colheita e encontrar-se pelas sarjetas.

                        Enquanto Chico era recatado, preso em seu silêncio e poesia, Januário era extrovertido, cheio de contar estórias e mulherengo sendo-lhe atribuída a paternidade de muitas crianças em diferentes pontos da vila. Minha mãe era a caçula, Verônica, assim batizada por ter nascido em uma Sexta-feira Santa e em homenagem àquela que limpou o rosto de Jesus.

                        Apesar da época minha avó mostrava-se revolucionária e altamente feminista, inclusive na religião católica que seguia a seu modo. Segundo ela o trabalho de Jesus não fora evidenciado pelos doze apóstolos, mas por figuras femininas delicadamente olvidadas pela Igreja. Sempre nos reunia para falar sobre isso. Dissertava longamente sobre a importância delas com a Bíblia nas mãos e abrindo-a solenemente repetia “ ...e Joana, mulher de Cuza, procurador de Herodes, e Susana, e muitas outras que o serviam com seus bens”, em Lucas 8:3. A citação “e muitas outras” a perturbava, dizia que se fossem homens seriam citados um a um. Dizia que essas mulheres o patrocinaram e sem elas nada teria atingido as proporções que tomaram a divulgação da crença.

                          Em outros momentos falava de Maria Madalena ressaltando João 19:25 “ e junto a cruz de Jesus estava sua mãe, e a irmã de sua mãe, Maria, mulher de Clopas, e Maria Madalena”. Questionava em que lugar estariam escondidos os homens. Depois relatava a aparição de Jesus a Maria Madalena. Na sala da casa havia um quadro onde se via a cena da aparição, onde Madalena exclamava “Raboni !”.

                          Falava de Verônica e sua lição de humildade. Traçava sérias críticas ao próprio Jesus relacionando trechos onde ele se dirigia aos apóstolos com frases ofensivas e depreciativas como “ raça de víboras, como podeis vós dizer coisas boas, sendo maus? em Mateus 12:34, e outras similares em Mateus 3:7 e 23:33, Lucas 3:7, chegando ao ápice quando rejeita a própria mãe. Ela se exaltava e dizia que as pessoas deveriam ler melhor a Bíblia.

                           Mas Dona Mafalda era uma boa mulher, acolhendo os vizinhos como mãe e ajudando a todos que podia com alimentos, roupas ou uma palavra amiga.

                           Um dia ela encontrou Chico dependurado na rancho no fundo da casa. Aparentemente sem motivos. Deixara na gaveta suas poesias. Levaria consigo seu segredo. A verdade é que Chico nutria sentimentos que considerava anormais e diabólicos. Estava sendo tentado. Um sentimento que provocaria a ira e a incompreensão de sua mãe, de Januário e de sua irmã Verônica. Sentia algo estranho por Rodolpho, filho do dono do armazém da esquina. Diante da impossibilidade de externar seus sentimentos e ser compreendido, preferiu dar fim a sua estória. Os poemas apaixonados demonstram uma paixão secreta, mas onde se lia “ela” em seus escritos, devia-se ler Rodolpho.

                           Januário bebeu todas as beberagens possíveis que diziam para Dona Mafalda que combatia o álcool, de coração de galinha preta torrado a rezar o Salmo 87, simpatias e benzedeiras. Nada ! Um irmão de Mafalda, Tibério, e alguns primos viviam vitimados por isso. A maioria morria em razão da bebida.

                          Meu pai morreu cedo em razão de uma explosão na pedreira. Trabalhava lá e foi atingido por uma rocha bem na cabeça. Eu tinha cinco anos. Minha mãe não quis arriscar-se a outro casamento. Dedicou-se a sua carreira de professora e a mim. Cresci entre livros e totalmente desinteressado por eles, embora como meu tio Chico gostasse de rabiscar no papel alguma poesia.

                           A influência maior, contudo, foi de meu tio Januário e sua vida boêmia. Comecei a sair cedo com amigos e a descobrir os muitos prazeres trazidos pelas bebidas, mas fui tragado pelas drogas, experimentando e experenciando cada uma delas. Os confrontos em casa passaram a tomar grandes proporções, tendo a suprema compreensão de minha mãe Verônica.

                           Quando o dinheiro escasseava acabava fazendo programas com homens mais velhos. E assim conheci Aderbal á com seus cinquenta anos e se apaixonou por mim. Era uma fonte inesgotável. Roupas, tênis de marca, pulseiras e correntes de ouro – que muitas vezes eu comercializava em troco da droga – ou dinheiro que recebia por meu carinho e dedicação.

                           Enquanto ainda saía com Aderbal conheci Mônica, uma pessoa maravilhosa e que decidiu me tirar do submundo das drogas. Naturalmente ela não sabia de outros relacionamentos que eu cultivava em especial com homens que me pagavam muito bem.

                          O dia que me abalou foi saber que Aderbal havia se suicidado com uma bala na boca. Havia perdido tudo. Diante da minha consciência procurei justificar que isso era problema dele, que ao invés de me dar dinheiro e bancar alimentara meu vício. Enfim virei o jogo para minha tranquilidade interior.

                           Passadas algumas semanas outra notícia que me desarvorou completamente. Um acidente de carro envolvendo Verônica e Mônica. Estavam mortas. As dívidas no Banco, com empréstimos feitos por minha mãe, levaram a perda da casa. Procurei inutilmente meus antigos parceiros, mas eles queriam o rapaz bonito e perfumado de outrora, e agora eu era morador de rua. Pela primeira vez senti muita falta de Verônica, Mônica e Aderbal, imagens de minha infância emergiam aos borbotões suaves e acusatórias.

                            Sentado na praça com muita fome, esquálido, e em busca de algo que fizesse a dura realidade extinguir, uma cigana se aproximou, sentando-se ao meu lado. Olhou-me piedosamente e entregou-me uma baguete.

                           - Há dois espíritos que te acompanham, seus parentes, chamam-se Januário e Tibério que te levam ao vício. Um senhor de cabelos alvos e sangrando pela boca, cujo nome não consigo entender, clama por vingança. Você deve ir a igreja e oferecer uma missa a eles. Peça que te perdoem e que se afastem...ou o pior ainda está por vir.

                          Sem mais palavras ela afastou-se, juntando-se a outras ciganas que interceptavam os transeuntes oferecendo-se para ler a mão.

                         Entrei na igreja após confirmar que todos já estavam lá dentro, caminhei quieto para não ser notado, envergonhado pelo meu cheiro e meus trajes, sob o olhar de águia do sacristão. Ajoelhei-me e pela primeira vez chorei copiosamente. Mas ao sair aproveitei as moedas para comprar drogas.

                         No delírio em que entrei vi minha mãe Verônica aproximar-se como se quisesse me abraçar. Despertei com um enorme cachorro preto dormindo do meu lado. Ele passou a acompanhar-me onde quer que eu fosse.

                          As humilhações na rua eram grandes. Cada lixo que eu remexia em busca de alimento me reportava aos apetitosos almoços que minha mãe preparava. O que conseguia dividia com meu fiel cão Ecstasy.

                           Sentei-me nas areias mornas da praia ouvindo o mar, a lua brilhava desafiando as luzes da cidade. Para meu espanto Ecstasy tomou a forma de Mônica. Olhou-me ternamente como sempre e segurou forte minha mão e seguimos sobre as ondas, dizendo que tudo estaria resolvido. Sobre as ondas as pétalas do jacarandá mimoso resplandeciam, era uma chuva de pétalas. Caminhamos em uma infinita estrada rodeada por estas árvores floridas e cintilantes.

                             Alguns dias  depois localizaram meu corpo boiando próximo as pedras, sendo chicoteado pelas ondas.

CONTOS EMANADOS DE SITUAÇÕES COTIDIANAS

“Os contos e poemas contidos neste blog são obras de ficção, qualquer semelhança com nomes, pessoas, fatos ou situações terá sido mera coincidência”

SABORES DO COMENDADOR

Ator Nacional: Carlos Vereza

Ator Internacional: Michael Carlisle Hall/ Jensen Ackles/ Eric Balfour

Atriz Nacional: Rosamaria Murtinho / Laura Cardoso/Zezé Mota

Atriz Internacional: Anjelica Huston

Cantor Nacional: Martinho da Vila/ Zeca Pagodinho

Cantora Nacional: Leci Brandão/ Maria Bethania/ Beth Carvalho/ Alcione/Dona Ivone Lara/Clementina de Jesus

Música: Samba de Roda

Livro: O Egípcio - Mika Waltaire

Autor: Carlos Castañeda

Filme: Besouro/Cafundó/ A Montanha dos Gorilas

Cor: Vinho e Ocre

Animal: Todos, mas especialmente gatos, jabotis e corujas.

Planta: aloé

Comida preferida: sashimi

Bebida: suco de graviola/cerveja

Mania: (várias) não passo embaixo de escada

O que aprecio nas pessoas: pontualidade, responsabilidade e organização

O que não gosto nas pessoas: pessoas indiscretas e que não cumprem seus compromissos.

Alimento que não gosta: coco, canjica, arroz doce, melão, melancia, jaca, caqui.

UM POUCO DO COMENDADOR.


Formado em Matemática e Pedagogica. Especialista em Supervisão Escolar. Especialista em Psicologia Multifocal. Mestre em Educação. Doutor Honoris Causa pela ABD e Instituto VAEBRASIL.

Comenda Rio de Janeiro pela Febacla. Comenda Rubem Braga pela Academia Marataizense de Letras (ES). Comenda Castro Alves (BA). Comendador pela ESCBRAS. Comenda Nelson Mandela pelo CONINTER e OFHM.

Cadeira 023, da Área de Letras, Membro Titular do Colegiado Acadêmico do Clube dos Escritores de Piracicaba, patronesse Juliana Dedini Ometto. Membro efetivo da Academia Virtual Brasileira de Letras. Membro da Academia Brasileira de Estudos e Pesquisas Literárias. Membro da Literarte - Associação Internacional de Escritores e Acadêmicos. Membro da União Brasileira de Escritores. Membro da Academia de Letras e Artes de Fortaleza (ALAF). Membro da Academia de Letras de Goiás Velho (ALG). Membro da Academia de Letras de Teófilo Ottoni (Minas Gerais). Membro da Academia de Letras de Cabo Frio (ARTPOP). Membro da Academia de Letras do Brasil - Seccional Suíça. Membro da Academia dos Cavaleiros de Cristóvão Colombo. Embaixador pela Académie Française des Arts Lettres et Culture. Membro da Academia de Letras e Artes Buziana. Cadeira de Grande Honra n. 15 - Patrono Pedro I pela Febacla. Membro da Academia de Ciências, Letras e Artes de Iguaba Grande (RJ). Cadeira n.º 2- ALB Araraquara.

Moção de Aplausos pela Câmara Municipal de Taquaritinga pelos serviços em prol da Educação. Moção de Aplausos pela Câmara Municipal de Bebedouro por serviços prestados à Educação Profissional no município. Homenagem pela APEOESP, pelos serviços prestados à Educação. Título de Cidadão Bebedourense. Personalidade 2010 (Top of Mind - O Jornal- Bebedouro). Personalidade Mais Influente e Educador 2011(Top of Mind - O Jornal- Bebedouro). Personalidade 2012 (ARTPOP). Medalha Lítero-Cultural Euclides da Cunha (ALB-Suíça). Embaixador da Paz pelo Instituto VAEBRASIL.

Atuou como Colunista do Diário de Taquaritinga e Jornal "Quatro Páginas" - Bebedouro/SP.
É Colunista do Portal Educação (http://www.portaleducacao.com.br

Premiações Literárias: 1º Classificado na IV Seletiva de Poesias, Contos e Crônicas de Barra Bonita – SP, agosto/2005, Clube Amigo das Letras – poema “A benção”, Menção Honrosa no XVI Concurso Nacional de Poesia “Acadêmico Mário Marinho” – Academia de Letras de Paranapuã, novembro/2005 – poema “Perfeita”, 2º colocado no Prêmio FEUC (Fundação Educacional Unificada Campograndense) de Literatura – dezembro/2005 – conto “A benção”, Menção Especial no Projeto Versos no Varal – Rio de Janeiro – abril/2006 – poema “Invernal”, 1º lugar no V Concurso de Poesias de Igaraçu do Tietê – maio/2006 – poema “Perfeita”, 3º Menção Honrosa no VIII Concurso Nacional de Poesias do Clube de Escritores de Piracicaba – setembro/2006 – poema “Perfeita”, 4º lugar no Concurso Literário de Bebedouro – dezembro/2006 –poema “Tropeiros”, Menção Honrosa no I concurso de Poesias sobre Cooperativismo – Bebedouro – outubro/2007, 1º lugar no VI Concurso de Poesias de Guaratinguetá – julho/2010 – poema “Promessa”, Prêmio Especial no XII Concurso Nacional de Poesias do Clube de Escritores de Piracicaba, outubro/2010, poema “Veludo”, Menção Honrosa no 2º Concurso Literário Internacional Planície Costeira – dezembro/2010, poema “Flor de Cera”, 1º lugar no IV Concurso de Poesias da Costa da Mata Atlântica – dezembro/2010 – poema “Flor de Cera”. Outorga do Colar de Mérito Literário Haldumont Nobre Ferraz, pelo trabalho Cultural e Literário. Prêmio Literário Cláudio de Souza - Literarte 2012 - Melhor Contista.Prêmio Luso-Brasileiro de Poesia 2012 (Literarte/Editora Mágico de Oz), Melhor Contista 2013 (Prêmio Luso Brasileiro de Contos - Literarte\Editora Mágico de Oz)

Antologias: Agreste Utopia – 2004; Vozes Escritas –Clube Amigos das Letras – 2005; Além das Letras – Clube Amigos das Letras – 2006; A Terra é Azul ! -Antologia Literária Internacional – Roberto de Castro Del`Secchi – 2008; Poetas de Todo Brasil – Volume I – Clube dos Escritores de Piracicaba – 2008; XIII Coletânea Komedi – 2009; Antologia Literária Cidade – Volume II – Abílio Pacheco&Deurilene Sousa -2009; XXI Antologia de Poetas e Escritores do Brasil – Reis de Souza- 2009; Guia de Autores Contemporâneos – Galeria Brasil – Celeiro de Escritores – 2009; Guia de Autores Contemporâneos – Galeria Brasil – Celeiro de Escritores – 2010; Prêmio Valdeck Almeida de Jesus – V Edição 2009, Giz Editorial; Antologia Poesia Contemporânea - 14 Poetas - Celeiro de Escritores, 2010; Contos de Outono - Edição 2011, Autores Contemporâneos, Câmara Brasileira de Jovens Escritores; Entrelinhas Literárias, Scortecci Editora, 2011; Antologia Literária Internacional - Del Secchi - Volume XXI; Cinco Passos Para Tornar-se um Escritor, Org. Izabelle Valladares, ARTPOP, 2011; Nordeste em Verso e Prosa, Org. Edson Marques Brandão, Palmeira dos Indios/Alagoas, 2011; Projeto Delicatta VI - Contos e Crônicas, Editora Delicatta, 2011; Portas para o Além - Coletânea de Contos de Terror -Literarte - 2012; Palavras, Versos, Textos e Contextos: elos de uma corrente que nos une! - Literarte - 2012; Galeria Brasil 2012 - Guia de Autores Contemporâneos, Celeiro de Escritores, Ed. Sucesso; Antologia de Contos e Crônicas - Fronteiras : realidade ou ficção ?, Celeiro de Escritores/Editora Sucesso, 2012; Nossa História, Nossos Autores, Scortecci Editora, 2012. Contos de Hoje, Literacidade, 2012. Antologia Brasileira Diamantes III, Berthier, 2012; Antologia Cidade 10, Literacidade, 2013. I Antologia da ALAB. Raízes: Laços entre Brasil e Angola. Antologia Asas da Liberdade. II Antologia da ACLAV, 2013, Literarte. Amor em Prosa e Versos, Celeiro de Escritores, 2013. Antologia Vingança, Literarte, 2013. Antologia Prêmio Luso Brasileiro - Melhores Contistas 2013. O tempo não apaga, Antologia de Poesia e Prosa - Escritores Contemporâneos - Celeiro de Escritores. Palavras Desavisadas de Tudo - Antologia Scortecci de Poesias, Contos e Crônicas 2013. O Conto Brasileiro Hoje - Volume XXIII, RG Editores. Antologia II - Academia Nacional de Letras do Portal do Poeta Brasileiro. antologia Escritores Brasileiros, ZMF Editora. O Conto Brasileiro Hoje - Volume XXVI - RG Editores (2014). III Antologia Poética Fazendo Arte em Búzios, Editora Somar (2014). International Antology Crossing of Languages - We are Brazilians/ antologia Internacional Cruce de Idiomas - Nosotros Somos Brasileños - Or. Jô Mendonça Alcoforado - Intercâmbio Cultural (2014). 5ª Antologia Poética da ALAF (2014). Coletânea Letras Atuais, Editora Alternativa (2014). Antologia IV da Academia Nacional de Letras do Portal do Poeta Brasileiro, Editora Iluminatta (2014). A Poesia Contemporânea no Brasil, da Academia Nacional de Letras do Portal do Poeta Brasileiro, Editora Iluminatta (2014). Enciclopédia de Artistas Contemporâneos Lusófonos - 8 séculos de Língua Portuguesa, Literarte (2014). Mr. Hyde - Homem Monstro - Org. Ademir Pascale , All Print Editora (2014)

Livros (Solos): “Análise Combinatória e Probabilidade”, Geraldo José Sant’Anna/Cláudio Delfini, Editora Érica, 1996, São Paulo, e “Encantamento”, Editora Costelas Felinas, 2010; "Anhelos de la Juvenitud", Geraldo José Sant´Anna/José Roberto Almeida, Editora Costelas Felinas, 2011; O Vôo da Cotovia, Celeiro de Escritores, 2011, Pai´é - Contos de Muito Antigamente, pela Celeiro de Escritores/Editora Sucesso, 2012, A Caminho do Umbigo, pela Ed. Costelas Felinas, 2013. Metodologia de Ensino e Monitoramento da Aprendizagem em Cursos Técnicos sob a Ótica Multifocal (Editora Scortecci). Tarrafa Pedagógica (Org.), Editora Celeiro de Escritores (2013). Jardim das Almas (romance). Floriza e a Bonequinha Dourada (Infantil) pela Literarte. Planejamento, Gestão e Legislação Escolar pela Editora Erica/Saraiva (2014).

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Metodologia e Avaliação da Aprendizagem

Pai´é - Contos de Muito Antigamente

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Contos de Geraldo J. Sant´Anna e fotos de Geraldo Gabriel Bossini

ENCANTAMENTO

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