segunda-feira, 26 de março de 2012

O MILAGRE DOS GERÂNIOS



         Os jardins traduziam uma inequívoca sensação de paz formando um extenso tapete de gerânios floridos. A brisa suave trazia o aroma de suas flores recentemente banhadas pelo orvalho. Os aldeões já desfilavam desde o alvorecer em suas rotinas diárias. Um cheiro de pão assando nos fornos de barro se misturava ao perfume dos gerânios, da serragem e a lama dos chiqueiros onde gordos porcos remexiam os restos de tubérculos destinados a eles. A população caminhava num ambiente extremamente pobre para alguns e estava inserida em um lugar rico e próspero onde a natureza lhes oferecia o suficiente para viverem seguros e tranquilos.

            Logo ao pé da colina, um tanto afastados, residia um casal e sua filhinha que já completara cinco anos. Seus cabelos negros, cacheados, o olhar curioso e o sorriso meigo era um presente celestial que os pais agradeciam a cada manhã e a cada por do sol. Kefud era um homem solitário, criado com a rudeza de seu pai, proibido de exteriorizar sentimentos e preocupado com o sustento da família. Seu coração amava sua esposa Sorene e sua filha Zina, mas não demonstrava, fechava-se em si mesmo, cerrava as sobrancelhas e deixava sua alma deleitar-se com o que sentia. Seu sonho era enriquecer como os nobres que passavam em seus luxuosos cavalos pela aldeia e cuidar de Zina como uma princesa.

            Não distante dali morava uma outra família já com seis filhos em uma modesta casa de pau a pique, rodeada de pés de abóbora, donde se fazia uma cheirosa cambuquira ou sopas perfumadas. Um dos meninos, com a idade aproximada de Zina, logo passou a ser frequentador assíduo da casa. Chamava-se Luan. Assim cresceram juntos, correndo pelos campos, escalando as mangueiras e driblando os quero-quero em permanente alegria.

           A vida dessas famílias teria uma reviravolta muito grande naquela manhã em que Kefud escalava as colinas atrás de um coelho. O coelho cinzento e gordo atraiu cuidadosamente o homem para sua toca. Na verdade um buraco de pelo menos cinquenta centímetros quadrados. O buraco parecia fundo e abria-se gradualmente. Percebia que dentro uma mina formava um pequeno córrego. Esgueirou-se como pode e escorregou para dentro do túnel úmido e escuro. O odor denunciava que ali também residiam morcegos e logo confirmou suas reflexões quando um bando deles agitou-se sobre sua cabeça.

              Ao fundo da estranha toca acreditou ver um pedestal onde se encontrava um baú de madeira, muito bem talhado e antigo. Arrastou-o como pôde para fora, machucando as mãos com grandes cortes e arrastando-se pelas pedras pontiagudas espalhadas pelo chão da estreita gruta. Sob a luz do sol as moedas douradas refletiram sua descoberta. Estava rico.

           A riqueza revelou um lado oculto de Kefud e Sorene. Compraram terras e construíram um verdadeiro palácio. Afastaram-se da gente pobre da aldeia e proibiram que Zina continuasse se encontrando com Luan. Tornaram-se arrogantes, frios e distantes, como se uma amnésia os fizesse esquecer de todos os bons momentos vividos, as amizades, as muitas vezes que buscara a mãe de Luan e retornara com uma bela abóbora para conseguir alimentar a si e sua família.

        A proibição, naturalmente, obrigou os adolescentes apaixonados a buscarem criativamente condições de se verem. Cada momento tornou-se intenso e precioso. Um passeio pelo pomar da residência, a ida ao mercado com a austera e intolerante Alfreda, quase uma guardiã de Zina, o momento da missa e o diálogo com o mercador de tecidos, um dos disfarces de Luan.

        Alfreda mostrava-se sagaz e terrível, nada parecia enganá-la ou iludi-la, sempre extremamente fiel aos mandos de Sorene. Sorene tornara-se uma mulher masoquista que fazia cada serva sofrer, através de sistemas engenhosos de humilhação e desprezo. Alfreda, muitas vezes, era sua pesada mão.

          Vendo a impossibilidade de isolar os dois amantes, Kefud julgou melhor interná-la em um convento. O convento de Nossa Senhora da Estrela, conhecido como Aurora da Salvação, onde meninas eram levadas para terem boa educação ou para os fins similares ao de Zina. As muralhas a protegeriam.

         Logo nas primeiras semanas foi possível Luan subir os muros, arranhar-se nas roseiras e falar com Zina, até que Irmã Lucrécia a denunciasse.Desde então passou a ter uma vida mais rigorosa, com horários inflexíveis, orações, mortificações e trabalho físico, limpando as imensas instalações, carregando lenha e capinando a grama. As lágrimas, a dor, a saudade e a tristeza passaram a ser suas amigas. Apegou-se a oração e tornou-se humilde e submissa. Irmã Dorotéia a espezinhava, ofendia, agredia e testava seu silêncio a todo custo. Zina, porém, respondia com frases utilizadas por Jesus. Algumas freiras diziam que era uma santa, pois uma pessoa normal não suportaria tantas provações.

           Além dos muros, Luan esperava por Zina. Sofria e acreditava encontrar um meio de retirá-la daquele lugar e viverem a felicidades que se prometeram durante anos. Tamanho seu sofrimento que foi tomado por estranha febre ficando acamado, definhando a olhos vistos e tendo momentos de delírio onde a própria Virgem anunciava que a tiraria de lá e traria para ele.

          Zina, coberta de palidez, magra e exausta, não resistiu, sendo dominada pela peste cinzenta que levava dezenas de pessoas para as sepulturas.

         O dia estava frio e um vento gélido parecia querer talhar como lâmina a pele das freiras. Sem abalar-se, seja com o frio, seja com a morte de Zina, Irmã Dorotéia mandou enterrá-la no jardim e determinou que fossem avisar Dona Sorene. Estranhamente, ao raiar da manhã a cova estava coberta de gerânios floridos.

          Algumas madres encolheram-se na capela em oração, entre assustadas e encantadas com o fenômeno.

       A mãe da menina pareceu cair em si naquele instante, perturbada, fitando a mensageira com olhos esbugalhados e agressivos. Tocou a madre como se enxotasse um cachorro de sua propriedade. Subiu as escadarias como louca até chegar ao terraço de onde fitava o convento e tornava-se mãe, deixando-se sentir a ausência de Zina. Ali sentou-se e permaneceu o resto de seus dias, com o olhar fixo, meio morta e meio viva, sem expressão, como uma múmia fitando o poente.

            Kefud, como sempre cuidou para que os sentimentos fossem enterrados na mesma sepultura que Zina, para assim manter-se firme, dono de si, simulando ignorar sua consciência. Arrastou-se, contudo, para junto de amantes e sua riqueza foi sendo dilapidada até quase nada restar. Magro e transtornado, já sem forças, pelejou pela escada até aproximar-se de Sorene, muda e morta. Era outro homem, sujo e maltrapilho. De lá saltou pondo fim ao mal que o consumia.

               Luan levantou-se com dificuldade para olhar o céu, onde via os olhos brilhantes de Zina. Imerso em seus sonhos sentiu as mãos leves e suaves da moça tocarem seu ombro. O perfume de gerânios o fez buscar os tempos de infância, o primeiro beijo, o primeiro afago. Olhou-a com alegria e incompreensão. Logo viu-se abraçado com Zina caminhando pelo infinito jardim de gerânios, poderiam estar juntos agora, para sempre.

            Diante da cova, coberta de flores, um grupo de pessoas rezava o terço buscando uma benção, um olhar amoroso de Zina, quem sabe um milagre.

CONTOS EMANADOS DE SITUAÇÕES COTIDIANAS

“Os contos e poemas contidos neste blog são obras de ficção, qualquer semelhança com nomes, pessoas, fatos ou situações terá sido mera coincidência”

SABORES DO COMENDADOR

Ator Nacional: Carlos Vereza

Ator Internacional: Michael Carlisle Hall/ Jensen Ackles/ Eric Balfour

Atriz Nacional: Rosamaria Murtinho / Laura Cardoso/Zezé Mota

Atriz Internacional: Anjelica Huston

Cantor Nacional: Martinho da Vila/ Zeca Pagodinho

Cantora Nacional: Leci Brandão/ Maria Bethania/ Beth Carvalho/ Alcione/Dona Ivone Lara/Clementina de Jesus

Música: Samba de Roda

Livro: O Egípcio - Mika Waltaire

Autor: Carlos Castañeda

Filme: Besouro/Cafundó/ A Montanha dos Gorilas

Cor: Vinho e Ocre

Animal: Todos, mas especialmente gatos, jabotis e corujas.

Planta: aloé

Comida preferida: sashimi

Bebida: suco de graviola/cerveja

Mania: (várias) não passo embaixo de escada

O que aprecio nas pessoas: pontualidade, responsabilidade e organização

O que não gosto nas pessoas: pessoas indiscretas e que não cumprem seus compromissos.

Alimento que não gosta: coco, canjica, arroz doce, melão, melancia, jaca, caqui.

UM POUCO DO COMENDADOR.


Formado em Matemática e Pedagogica. Especialista em Supervisão Escolar. Especialista em Psicologia Multifocal. Mestre em Educação. Doutor Honoris Causa pela ABD e Instituto VAEBRASIL.

Comenda Rio de Janeiro pela Febacla. Comenda Rubem Braga pela Academia Marataizense de Letras (ES). Comenda Castro Alves (BA). Comendador pela ESCBRAS. Comenda Nelson Mandela pelo CONINTER e OFHM.

Cadeira 023, da Área de Letras, Membro Titular do Colegiado Acadêmico do Clube dos Escritores de Piracicaba, patronesse Juliana Dedini Ometto. Membro efetivo da Academia Virtual Brasileira de Letras. Membro da Academia Brasileira de Estudos e Pesquisas Literárias. Membro da Literarte - Associação Internacional de Escritores e Acadêmicos. Membro da União Brasileira de Escritores. Membro da Academia de Letras e Artes de Fortaleza (ALAF). Membro da Academia de Letras de Goiás Velho (ALG). Membro da Academia de Letras de Teófilo Ottoni (Minas Gerais). Membro da Academia de Letras de Cabo Frio (ARTPOP). Membro da Academia de Letras do Brasil - Seccional Suíça. Membro da Academia dos Cavaleiros de Cristóvão Colombo. Embaixador pela Académie Française des Arts Lettres et Culture. Membro da Academia de Letras e Artes Buziana. Cadeira de Grande Honra n. 15 - Patrono Pedro I pela Febacla. Membro da Academia de Ciências, Letras e Artes de Iguaba Grande (RJ). Cadeira n.º 2- ALB Araraquara.

Moção de Aplausos pela Câmara Municipal de Taquaritinga pelos serviços em prol da Educação. Moção de Aplausos pela Câmara Municipal de Bebedouro por serviços prestados à Educação Profissional no município. Homenagem pela APEOESP, pelos serviços prestados à Educação. Título de Cidadão Bebedourense. Personalidade 2010 (Top of Mind - O Jornal- Bebedouro). Personalidade Mais Influente e Educador 2011(Top of Mind - O Jornal- Bebedouro). Personalidade 2012 (ARTPOP). Medalha Lítero-Cultural Euclides da Cunha (ALB-Suíça). Embaixador da Paz pelo Instituto VAEBRASIL.

Atuou como Colunista do Diário de Taquaritinga e Jornal "Quatro Páginas" - Bebedouro/SP.
É Colunista do Portal Educação (http://www.portaleducacao.com.br

Premiações Literárias: 1º Classificado na IV Seletiva de Poesias, Contos e Crônicas de Barra Bonita – SP, agosto/2005, Clube Amigo das Letras – poema “A benção”, Menção Honrosa no XVI Concurso Nacional de Poesia “Acadêmico Mário Marinho” – Academia de Letras de Paranapuã, novembro/2005 – poema “Perfeita”, 2º colocado no Prêmio FEUC (Fundação Educacional Unificada Campograndense) de Literatura – dezembro/2005 – conto “A benção”, Menção Especial no Projeto Versos no Varal – Rio de Janeiro – abril/2006 – poema “Invernal”, 1º lugar no V Concurso de Poesias de Igaraçu do Tietê – maio/2006 – poema “Perfeita”, 3º Menção Honrosa no VIII Concurso Nacional de Poesias do Clube de Escritores de Piracicaba – setembro/2006 – poema “Perfeita”, 4º lugar no Concurso Literário de Bebedouro – dezembro/2006 –poema “Tropeiros”, Menção Honrosa no I concurso de Poesias sobre Cooperativismo – Bebedouro – outubro/2007, 1º lugar no VI Concurso de Poesias de Guaratinguetá – julho/2010 – poema “Promessa”, Prêmio Especial no XII Concurso Nacional de Poesias do Clube de Escritores de Piracicaba, outubro/2010, poema “Veludo”, Menção Honrosa no 2º Concurso Literário Internacional Planície Costeira – dezembro/2010, poema “Flor de Cera”, 1º lugar no IV Concurso de Poesias da Costa da Mata Atlântica – dezembro/2010 – poema “Flor de Cera”. Outorga do Colar de Mérito Literário Haldumont Nobre Ferraz, pelo trabalho Cultural e Literário. Prêmio Literário Cláudio de Souza - Literarte 2012 - Melhor Contista.Prêmio Luso-Brasileiro de Poesia 2012 (Literarte/Editora Mágico de Oz), Melhor Contista 2013 (Prêmio Luso Brasileiro de Contos - Literarte\Editora Mágico de Oz)

Antologias: Agreste Utopia – 2004; Vozes Escritas –Clube Amigos das Letras – 2005; Além das Letras – Clube Amigos das Letras – 2006; A Terra é Azul ! -Antologia Literária Internacional – Roberto de Castro Del`Secchi – 2008; Poetas de Todo Brasil – Volume I – Clube dos Escritores de Piracicaba – 2008; XIII Coletânea Komedi – 2009; Antologia Literária Cidade – Volume II – Abílio Pacheco&Deurilene Sousa -2009; XXI Antologia de Poetas e Escritores do Brasil – Reis de Souza- 2009; Guia de Autores Contemporâneos – Galeria Brasil – Celeiro de Escritores – 2009; Guia de Autores Contemporâneos – Galeria Brasil – Celeiro de Escritores – 2010; Prêmio Valdeck Almeida de Jesus – V Edição 2009, Giz Editorial; Antologia Poesia Contemporânea - 14 Poetas - Celeiro de Escritores, 2010; Contos de Outono - Edição 2011, Autores Contemporâneos, Câmara Brasileira de Jovens Escritores; Entrelinhas Literárias, Scortecci Editora, 2011; Antologia Literária Internacional - Del Secchi - Volume XXI; Cinco Passos Para Tornar-se um Escritor, Org. Izabelle Valladares, ARTPOP, 2011; Nordeste em Verso e Prosa, Org. Edson Marques Brandão, Palmeira dos Indios/Alagoas, 2011; Projeto Delicatta VI - Contos e Crônicas, Editora Delicatta, 2011; Portas para o Além - Coletânea de Contos de Terror -Literarte - 2012; Palavras, Versos, Textos e Contextos: elos de uma corrente que nos une! - Literarte - 2012; Galeria Brasil 2012 - Guia de Autores Contemporâneos, Celeiro de Escritores, Ed. Sucesso; Antologia de Contos e Crônicas - Fronteiras : realidade ou ficção ?, Celeiro de Escritores/Editora Sucesso, 2012; Nossa História, Nossos Autores, Scortecci Editora, 2012. Contos de Hoje, Literacidade, 2012. Antologia Brasileira Diamantes III, Berthier, 2012; Antologia Cidade 10, Literacidade, 2013. I Antologia da ALAB. Raízes: Laços entre Brasil e Angola. Antologia Asas da Liberdade. II Antologia da ACLAV, 2013, Literarte. Amor em Prosa e Versos, Celeiro de Escritores, 2013. Antologia Vingança, Literarte, 2013. Antologia Prêmio Luso Brasileiro - Melhores Contistas 2013. O tempo não apaga, Antologia de Poesia e Prosa - Escritores Contemporâneos - Celeiro de Escritores. Palavras Desavisadas de Tudo - Antologia Scortecci de Poesias, Contos e Crônicas 2013. O Conto Brasileiro Hoje - Volume XXIII, RG Editores. Antologia II - Academia Nacional de Letras do Portal do Poeta Brasileiro. antologia Escritores Brasileiros, ZMF Editora. O Conto Brasileiro Hoje - Volume XXVI - RG Editores (2014). III Antologia Poética Fazendo Arte em Búzios, Editora Somar (2014). International Antology Crossing of Languages - We are Brazilians/ antologia Internacional Cruce de Idiomas - Nosotros Somos Brasileños - Or. Jô Mendonça Alcoforado - Intercâmbio Cultural (2014). 5ª Antologia Poética da ALAF (2014). Coletânea Letras Atuais, Editora Alternativa (2014). Antologia IV da Academia Nacional de Letras do Portal do Poeta Brasileiro, Editora Iluminatta (2014). A Poesia Contemporânea no Brasil, da Academia Nacional de Letras do Portal do Poeta Brasileiro, Editora Iluminatta (2014). Enciclopédia de Artistas Contemporâneos Lusófonos - 8 séculos de Língua Portuguesa, Literarte (2014). Mr. Hyde - Homem Monstro - Org. Ademir Pascale , All Print Editora (2014)

Livros (Solos): “Análise Combinatória e Probabilidade”, Geraldo José Sant’Anna/Cláudio Delfini, Editora Érica, 1996, São Paulo, e “Encantamento”, Editora Costelas Felinas, 2010; "Anhelos de la Juvenitud", Geraldo José Sant´Anna/José Roberto Almeida, Editora Costelas Felinas, 2011; O Vôo da Cotovia, Celeiro de Escritores, 2011, Pai´é - Contos de Muito Antigamente, pela Celeiro de Escritores/Editora Sucesso, 2012, A Caminho do Umbigo, pela Ed. Costelas Felinas, 2013. Metodologia de Ensino e Monitoramento da Aprendizagem em Cursos Técnicos sob a Ótica Multifocal (Editora Scortecci). Tarrafa Pedagógica (Org.), Editora Celeiro de Escritores (2013). Jardim das Almas (romance). Floriza e a Bonequinha Dourada (Infantil) pela Literarte. Planejamento, Gestão e Legislação Escolar pela Editora Erica/Saraiva (2014).

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