sábado, 1 de dezembro de 2012

AS DORES DE EDILMA


fotosbossini.blogspot.com

A tarde em meio quando Edilma fitou uma vez mais o relógio dependurado na parede. Ele sempre anunciava dor e sofrimento. As horas corriam para anunciar o momento em que o marido estava para chegar. Gustavo saía cedo, sempre ruidoso, despertando a esposa e filhos com seu temperamento irascível. Retornava para o almoço, de onde extraía motivos para criticar a família. O pó nos móveis, a calçada mal varrida, a comida sem temperos, o cachorro exageradamente festivo, a criança despenteada. O final da tarde era prenúncio de outros maus tratos  não apenas verbais, mas complementados com agressões físicas ou a destruição de um móvel, de uma louça ou algo que Edilma muito apreciasse. Por vezes, cortou árvores e arrancou arbustos apenas por ouvir elogios da esposa pelas flores, frutos ou viçosidade.

Exausta e abatida, com auto estima em declínio e sentindo-se o pior dos seres, Edilma decidiu botar fim aquela relação. Estava disposta a pagar todos os preços e a enfrentar todos os sofrimentos e ameaças, afinal era esse o seu cotidiano. A morte de seu pai, Angelo, deixando-lhe uma casa em lugar distante era uma esperança, embora untada com a dor e a certeza de estar realmente só.

Gustavo chegou demonstrando sinais de embriaguez, esbravejou, acusou-a de uma dezenas de coisas, examinou-a externando o quanto perdera a beleza e a sensualidade e relatou relações com outras mulheres, buscando evidenciar o quanto ele a rejeitava. Pela manhã, a mulher, com o coração aos saltos, trêmula e insegura, disse-lhe que não poderiam continuar juntos. Iria embora com os dois filhos. A reação de Gustavo era esperada. Esmurrou-a. Humilhou-a. Se fugisse seria encontrada e morta.

- Te encontrarei nem que seja no inferno!, garantiu ele fora de si, esmurrando a mesa e chutando cadeiras.

As crianças choravam amedrontadas, enquanto Gustavo deixava a casa aos passos firmes e olhar ameaçador. Edilma estava consciente de tudo que deveria enfrentar, mas atreveu-se. Juntou algumas roupas e das crianças, rumou para o ponto de ônibus. De lá, a rodoviária e, quem sabe a liberdade e a paz para si e seus filhos. Tiago, o menino, mais velho, e Luciana, a menininha.  A viagem seria longa. O tempo todo os filhos perguntavam por que o pai não iria viajar também. Os olhos marejados de Edilma fitava a paisagem trazendo lembranças dos bons tempos de namoro e primeiros anos de casamento. Tudo indicava ter o casamento perfeito. Aos poucos, contudo, o homem gentil e atencioso, transformou-se. Agressivo, esnobe, infiel e sarcástico, buscando inserir a cada dia um motivo para que Edilma se acreditasse feia, inútil, péssima esposa e mãe.

Um taxi levou-a até a antiga casa. Seus pais eram separados. A mãe falecera nos primeiros meses em que Edilma se casara e seu pai se mantivera distante, pois segundo ele, conhecia a índole de Gustavo e desaprovava a união. Dessa maneira, nem Edilma, nem Gustavo conheciam a residência paterna. Era um refúgio. A casa estava localizada na mata. Era uma pequena chácara perdida no tempo. A casa simples, porém confortável, trazia promessas de felicidade.

Alguns meses se passaram e Edilma acostumara-se à nova vida. Com os parcos recursos deixados por sua mãe e seu pai poderia sobreviver por um tempo sem trabalhar, embora precisasse a pensar nisso. Passou a criar porcos e comercializá-los, além de galinhas e verduras.

Sonhos eróticos com o marido passaram a perturbar-lhe as noites. Durante o dia o odiava e a noite o desejava em seus sonhos. Despertava entre gemidos e sensações de prazer. Abrir os olhos desencadeavam todo rancor que sentia por Gustavo. Outras vezes despertava ouvindo cadeiras serem despedaçadas e pancadas fortes pela casa. Entendeu que o marido lhe localizara e procurava assustá-la na madrugada.

Enquanto arrancava ervas daninhas da horta viu aproximar um garoto. Apresentou-se com o nome de Fred, filho dos Gastão, que possuíam propriedade ao lado da chácara. Estranhamente ele passou a anunciar o que aconteceria na madrugada. Um jarro será quebrado. O espelho do banheiro irá trincar. Haverá um estouro na cozinha. Os comentários do rapaz aconteciam qual vaticínios, deixando Edilma paralisada pelo pavor.

Uma tarde Luciana adentrou a casa aflita dizendo que encontrara o pai chorando próximo do poço. Edilma enrijeceu-se perturbada. Realmente ele a localizara. Com uma faca oculta no casaco caminhou pela propriedade em busca de rastros. Retornou tensa. Nada encontrara.

Algumas noites em paz e Fred reaparecia com outras informações apavorantes. Edilma ameaçou-o, acreditando ser o causador de todos os transtornos. 

- Cuide do menino! Não o deixe sozinho..., comentou se afastando com um sorriso irônico nos lábios repuxados.

Fred tinha a pele muito clara, com sardas no rosto e cabelos ruivos. Tinha o olhar muito atento, que não olha nos olhos com quem fala, não gerando confiança.

O fato é que Tiago adentrou a mata e se não fosse a chegada de Edilma teria sido picado por uma cobra. Edilma estava picando legumes para o almoço quando um arrepio percorreu-lhe o corpo qual descarga elétrica. O coração agitou-se. Tiago! Sentiu uma dor no peito e passou a buscar-lhe pela casa e adjacências. Luciana indicou a direção que o menino seguira.
Resolveu, então ir até a fazenda dos Gastão e colocar um ponto final naquela estória que já se prolongava exageradamente. Levou as crianças consigo. Foi recepcionada por três cães imensos. Um homem se aproximou indagando o que desejava. Apresentou-se como vizinha. O homem lamentou a perda do “seu” Angelo e pediu que entrasse até a casa. Uma senhora chamada Flores a recebeu entusiasmada. Filha de Ângelo. 
Edilma buscou palavras até perguntar onde estava Fred. Flores a olhou atônita. O que poderia desejar com ele? Expôs que eventualmente o rapaz  vai até a chácara conversar.

- Ficaria muito feliz se isso acontecesse, minha filha!, resmungou a mulher enxugando as lágrimas, - mas Fred faleceu há oito meses, picado de cobra.

O choque foi terrível. Flores mostrou-lhe as únicas três fotos que possuía dele. Uma quando bebê, outra com cerca de cinco anos e outra mais recente em um parque que visitara a cidade. Era mesmo ele. Edilma lamentou o equívoco, justificou que certamente confundira o nome e inventou algumas outras desculpas inconsistentes. Voltou à chácara perturbada, confusa e tomada pelo medo.

A madrugada trouxe novos momentos sensuais com Gustavo. Despertou nua em pleno ato sexual. Desde então passou a ver vultos pela casa. 

Arrumou-se e foi até a cidade. Criou coragem e ligou para sua antiga vizinha, Leonora, que havia sido sua confidente e consoladora por anos, motivando-a a ir embora dali.

- Gustavo tentou o suicídio assim que você se foi, ingeriu veneno de rato, mas os médicos conseguiram reverter o quadro. Alguns meses depois ele foi encontrado boiando no lago. Lamento, ele está morto.
Leonora trazia informações pesadas e que se transformaram em culpa para Edilma. Se tivesse permanecido, Gustavo estaria vivo. 

Quando aproximou-se da chácara visualizou Flores que a abraçou carinhosamente. 

- Você pode não acreditar, minha querida, mas a alma de seu marido não está tendo descanso. Está perturbado e anseia vingança. Venha esta noite em minha casa. Mesmo que você não acredite nisso, não deixe de comparecer.

Flores saltou ágil sobre a carroça e rumou para a fazenda. Mostrava-se uma mulher forte, embora enigmática. Ponderou sobre a possibilidade de aceitar o convite. Nunca acreditara em nada sobrenatural. 
Mais uma vez foi recebida pelos três cães gigantescos que zelavam pela fazenda. Flores abriu a porta sorridente e a abraçou acolhedora. Na penumbra da sala algumas pessoas rodeavam uma mesa grande de madeira. No centro um candelabro com velas de sebo bruxuleava contorcendo as imagens que a circundavam.

Um frei tomou a cabeceira da mesa. Proclamou palavras inteligíveis perante o silêncio aterrador. Mesmo os cães pararam de latir. O clima parecia pesar sobre todos, era como se pudesse apalpar a atmosfera que se criara. O frei falou em vozes estranhas ainda algumas vezes. De repente agitou-se, contorceu-se.

- Morri por você, Edilma. Quero você comigo!, a tonalidade da voz de Gustavo ressoou pelo ambiente.

Flores aproximou-se. Falou-lhe sobre perdão, paz e a necessidade de retomar seu caminho. Mas Gustavo estava inflexível. Queria Edilma morta.

A moça chorava desconsolada, incapaz de pronunciar qualquer palavra. 

O encontro notívago foi encerrado sem que Gustavo fosse convencido a adotar outra postura. Flores pediu que Edilma rezasse por ele e o perdoasse.

A manhã trouxe ar puro, o gorjear dos pássaros e a venda de alguns leitões. 

Flores caminhou pela chácara com um ramalhete de flores do campo. Encontrou Tiago e Luciana brincando próximos a casa. Procurou Edilma. Chamou-a. Subitamente viu Fred apontando para a represa. 

Nas águas frias, Edilma boiava já sem vida. 

Abraçou as crianças e levou-as para a fazenda. Talvez o sofrimento de Edilma tenha terminado. 



CONTOS EMANADOS DE SITUAÇÕES COTIDIANAS

“Os contos e poemas contidos neste blog são obras de ficção, qualquer semelhança com nomes, pessoas, fatos ou situações terá sido mera coincidência”

SABORES DO COMENDADOR

Ator Nacional: Carlos Vereza

Ator Internacional: Michael Carlisle Hall/ Jensen Ackles/ Eric Balfour

Atriz Nacional: Rosamaria Murtinho / Laura Cardoso/Zezé Mota

Atriz Internacional: Anjelica Huston

Cantor Nacional: Martinho da Vila/ Zeca Pagodinho

Cantora Nacional: Leci Brandão/ Maria Bethania/ Beth Carvalho/ Alcione/Dona Ivone Lara/Clementina de Jesus

Música: Samba de Roda

Livro: O Egípcio - Mika Waltaire

Autor: Carlos Castañeda

Filme: Besouro/Cafundó/ A Montanha dos Gorilas

Cor: Vinho e Ocre

Animal: Todos, mas especialmente gatos, jabotis e corujas.

Planta: aloé

Comida preferida: sashimi

Bebida: suco de graviola/cerveja

Mania: (várias) não passo embaixo de escada

O que aprecio nas pessoas: pontualidade, responsabilidade e organização

O que não gosto nas pessoas: pessoas indiscretas e que não cumprem seus compromissos.

Alimento que não gosta: coco, canjica, arroz doce, melão, melancia, jaca, caqui.

UM POUCO DO COMENDADOR.


Formado em Matemática e Pedagogica. Especialista em Supervisão Escolar. Especialista em Psicologia Multifocal. Mestre em Educação. Doutor Honoris Causa pela ABD e Instituto VAEBRASIL.

Comenda Rio de Janeiro pela Febacla. Comenda Rubem Braga pela Academia Marataizense de Letras (ES). Comenda Castro Alves (BA). Comendador pela ESCBRAS. Comenda Nelson Mandela pelo CONINTER e OFHM.

Cadeira 023, da Área de Letras, Membro Titular do Colegiado Acadêmico do Clube dos Escritores de Piracicaba, patronesse Juliana Dedini Ometto. Membro efetivo da Academia Virtual Brasileira de Letras. Membro da Academia Brasileira de Estudos e Pesquisas Literárias. Membro da Literarte - Associação Internacional de Escritores e Acadêmicos. Membro da União Brasileira de Escritores. Membro da Academia de Letras e Artes de Fortaleza (ALAF). Membro da Academia de Letras de Goiás Velho (ALG). Membro da Academia de Letras de Teófilo Ottoni (Minas Gerais). Membro da Academia de Letras de Cabo Frio (ARTPOP). Membro da Academia de Letras do Brasil - Seccional Suíça. Membro da Academia dos Cavaleiros de Cristóvão Colombo. Embaixador pela Académie Française des Arts Lettres et Culture. Membro da Academia de Letras e Artes Buziana. Cadeira de Grande Honra n. 15 - Patrono Pedro I pela Febacla. Membro da Academia de Ciências, Letras e Artes de Iguaba Grande (RJ). Cadeira n.º 2- ALB Araraquara.

Moção de Aplausos pela Câmara Municipal de Taquaritinga pelos serviços em prol da Educação. Moção de Aplausos pela Câmara Municipal de Bebedouro por serviços prestados à Educação Profissional no município. Homenagem pela APEOESP, pelos serviços prestados à Educação. Título de Cidadão Bebedourense. Personalidade 2010 (Top of Mind - O Jornal- Bebedouro). Personalidade Mais Influente e Educador 2011(Top of Mind - O Jornal- Bebedouro). Personalidade 2012 (ARTPOP). Medalha Lítero-Cultural Euclides da Cunha (ALB-Suíça). Embaixador da Paz pelo Instituto VAEBRASIL.

Atuou como Colunista do Diário de Taquaritinga e Jornal "Quatro Páginas" - Bebedouro/SP.
É Colunista do Portal Educação (http://www.portaleducacao.com.br

Premiações Literárias: 1º Classificado na IV Seletiva de Poesias, Contos e Crônicas de Barra Bonita – SP, agosto/2005, Clube Amigo das Letras – poema “A benção”, Menção Honrosa no XVI Concurso Nacional de Poesia “Acadêmico Mário Marinho” – Academia de Letras de Paranapuã, novembro/2005 – poema “Perfeita”, 2º colocado no Prêmio FEUC (Fundação Educacional Unificada Campograndense) de Literatura – dezembro/2005 – conto “A benção”, Menção Especial no Projeto Versos no Varal – Rio de Janeiro – abril/2006 – poema “Invernal”, 1º lugar no V Concurso de Poesias de Igaraçu do Tietê – maio/2006 – poema “Perfeita”, 3º Menção Honrosa no VIII Concurso Nacional de Poesias do Clube de Escritores de Piracicaba – setembro/2006 – poema “Perfeita”, 4º lugar no Concurso Literário de Bebedouro – dezembro/2006 –poema “Tropeiros”, Menção Honrosa no I concurso de Poesias sobre Cooperativismo – Bebedouro – outubro/2007, 1º lugar no VI Concurso de Poesias de Guaratinguetá – julho/2010 – poema “Promessa”, Prêmio Especial no XII Concurso Nacional de Poesias do Clube de Escritores de Piracicaba, outubro/2010, poema “Veludo”, Menção Honrosa no 2º Concurso Literário Internacional Planície Costeira – dezembro/2010, poema “Flor de Cera”, 1º lugar no IV Concurso de Poesias da Costa da Mata Atlântica – dezembro/2010 – poema “Flor de Cera”. Outorga do Colar de Mérito Literário Haldumont Nobre Ferraz, pelo trabalho Cultural e Literário. Prêmio Literário Cláudio de Souza - Literarte 2012 - Melhor Contista.Prêmio Luso-Brasileiro de Poesia 2012 (Literarte/Editora Mágico de Oz), Melhor Contista 2013 (Prêmio Luso Brasileiro de Contos - Literarte\Editora Mágico de Oz)

Antologias: Agreste Utopia – 2004; Vozes Escritas –Clube Amigos das Letras – 2005; Além das Letras – Clube Amigos das Letras – 2006; A Terra é Azul ! -Antologia Literária Internacional – Roberto de Castro Del`Secchi – 2008; Poetas de Todo Brasil – Volume I – Clube dos Escritores de Piracicaba – 2008; XIII Coletânea Komedi – 2009; Antologia Literária Cidade – Volume II – Abílio Pacheco&Deurilene Sousa -2009; XXI Antologia de Poetas e Escritores do Brasil – Reis de Souza- 2009; Guia de Autores Contemporâneos – Galeria Brasil – Celeiro de Escritores – 2009; Guia de Autores Contemporâneos – Galeria Brasil – Celeiro de Escritores – 2010; Prêmio Valdeck Almeida de Jesus – V Edição 2009, Giz Editorial; Antologia Poesia Contemporânea - 14 Poetas - Celeiro de Escritores, 2010; Contos de Outono - Edição 2011, Autores Contemporâneos, Câmara Brasileira de Jovens Escritores; Entrelinhas Literárias, Scortecci Editora, 2011; Antologia Literária Internacional - Del Secchi - Volume XXI; Cinco Passos Para Tornar-se um Escritor, Org. Izabelle Valladares, ARTPOP, 2011; Nordeste em Verso e Prosa, Org. Edson Marques Brandão, Palmeira dos Indios/Alagoas, 2011; Projeto Delicatta VI - Contos e Crônicas, Editora Delicatta, 2011; Portas para o Além - Coletânea de Contos de Terror -Literarte - 2012; Palavras, Versos, Textos e Contextos: elos de uma corrente que nos une! - Literarte - 2012; Galeria Brasil 2012 - Guia de Autores Contemporâneos, Celeiro de Escritores, Ed. Sucesso; Antologia de Contos e Crônicas - Fronteiras : realidade ou ficção ?, Celeiro de Escritores/Editora Sucesso, 2012; Nossa História, Nossos Autores, Scortecci Editora, 2012. Contos de Hoje, Literacidade, 2012. Antologia Brasileira Diamantes III, Berthier, 2012; Antologia Cidade 10, Literacidade, 2013. I Antologia da ALAB. Raízes: Laços entre Brasil e Angola. Antologia Asas da Liberdade. II Antologia da ACLAV, 2013, Literarte. Amor em Prosa e Versos, Celeiro de Escritores, 2013. Antologia Vingança, Literarte, 2013. Antologia Prêmio Luso Brasileiro - Melhores Contistas 2013. O tempo não apaga, Antologia de Poesia e Prosa - Escritores Contemporâneos - Celeiro de Escritores. Palavras Desavisadas de Tudo - Antologia Scortecci de Poesias, Contos e Crônicas 2013. O Conto Brasileiro Hoje - Volume XXIII, RG Editores. Antologia II - Academia Nacional de Letras do Portal do Poeta Brasileiro. antologia Escritores Brasileiros, ZMF Editora. O Conto Brasileiro Hoje - Volume XXVI - RG Editores (2014). III Antologia Poética Fazendo Arte em Búzios, Editora Somar (2014). International Antology Crossing of Languages - We are Brazilians/ antologia Internacional Cruce de Idiomas - Nosotros Somos Brasileños - Or. Jô Mendonça Alcoforado - Intercâmbio Cultural (2014). 5ª Antologia Poética da ALAF (2014). Coletânea Letras Atuais, Editora Alternativa (2014). Antologia IV da Academia Nacional de Letras do Portal do Poeta Brasileiro, Editora Iluminatta (2014). A Poesia Contemporânea no Brasil, da Academia Nacional de Letras do Portal do Poeta Brasileiro, Editora Iluminatta (2014). Enciclopédia de Artistas Contemporâneos Lusófonos - 8 séculos de Língua Portuguesa, Literarte (2014). Mr. Hyde - Homem Monstro - Org. Ademir Pascale , All Print Editora (2014)

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