terça-feira, 25 de janeiro de 2011

O VALENTÃO

Josué sempre foi um homem dado a valentão, cheio de si, autoconfiante, forte, daqueles que não levam desaforo para casa. Após farrear bastante casou-se, embora essa não fosse nem palavra nem ato exatos, já que vivia em turbulências chegando em casa com um corte, um hematoma ou pela madrugada vindo de encontros clandestinos. Não era agressivo com a esposa, mas fazia o tipo durão, de cara fechada, criando uma grande barreira para que ninguém ousasse censurá-lo.
A esposa refugiava-se na igreja, em oração, buscando uma transformação do marido. Já sentia que mais alguém chegava e o que seria daquele filho? Pensou em contar a ele, mas não sabia como dividir aquela felicidade, pois o marido era imprevisível em suas reações. Assim, Sarah alimentava seus sonhos, vivendo duas vidas: a real e a onírica. Sarah era uma pessoa muito especial, filha única, meiga, aparentemente frágil, de pele muito branca e cabelos negros, dedicando-se ao magistério e a igreja, seu sustentáculo. Insistentemente buscava trazê-lo à religião, mas Josué resistia, zombando de tudo e desafiando os Poderes Superiores com total descaso.
Os pais dele e de Sarah, amigos, vizinhos se condoíam com a situação do casal. Sarah acreditava fielmente que ele mudaria. Isso transparecia com a inocência de uma pessoa apaixonada, cega e sonhadora. Não se sabe a quem poderia ter puxado, pois seus pais eram trabalhadores, pacíficos, discretos. Ele também se diferenciava de seus dois irmãos, Adamina e Jônatas.
Um dos amigos de Josué, Alexandre, preocupava-se muito com o futuro dele, sempre metido em confusões e qualquer dia o feitiço podia virar contra o feiticeiro e ele não sobreviver. Considerando suas crenças propôs levar o amigo a uma gira de pretos-velhos. À princípio, Josué riu muito, imitou o andar e a fala das entidades, e como pilhéria aceitou o convite, mas advertiu ao amigo que não iria aceitar conversinhas tolas, nem qualquer tipo de macumba. Alexandre ouviu o amigo e insistiu que ele pelo menos fosse conhecer. Era mais uma tentativa.
Os atabaques deram início aos trabalhos. Josué mantinha-se atento a tudo, apontando para um gesto ou outro de um médium, comentando ironicamente sobre situações. Os pretos-velhos chegaram. Alexandre sugeriu irem conversar com eles. Josué recusou-se claramente alterado dizendo que tudo aquilo era palhaçada, que as pessoas estavam só fingindo e que iria embora. Alexandre pediu que aguardasse, pois não convinha sair antes de terminar os trabalhos. Sentindo o desafio, Josué empertigou-se ainda mais. Levantou-se e dirigiu-se à saída.
Atravessou a porta e viu-se diante de enormes pés de dracenas e amoreiras. A noite estava escura. Por alguns instantes vacilou, pensando se realmente deveria ter saído. O amigo ficaria ofendido e gostava muito dele. Mas como era homem de não dar o braço a torcer seguiu adiante.
Alguns passos para retirar-se do local e deparou-se com um negro já de idade bem avançada, cabelos algodoados, que o interpelou. “Já vai, meu filho?, disse o velho tocando-lhe o rosto. Josué externou que o amigo o convidara, mas não acreditava naquilo. O homem olhou-o entre carinho e piedade e seguiu em passos lentos o seu caminho, sem qualquer observação.
Josué chegou em casa morto de fome e tratou de ir abrindo a geladeira e panelas, fuçando onde podia. Estando a comida já fria coberta sobre o fogão, foi até o quarto despertar Sarah para que fosse esquentar o alimento a ele. Sonolenta e submissa, levantou-se e foi atendê-lo. Foi quando percebeu a barriga da esposa. “Tá gordinha, heim !”, sarreou ele. Sarah sorriu. “Não seremos mais apenas nós dois nesta casa”, comentou ela. Algo se moveu no coração dele. Pela primeira vez abraçou-a com ternura. “Tem de ser macho, se for fêmea que nasça morta”, decretou ele. Sarah horrorizou-se. “Teremos nosso filho ou nossa filha, Deus saberá o que é melhor”, não diga mais isso.
Os meses se passaram sem qualquer alteração na rotina de Josué e Sarah. Até que Josué despertou sentindo-se muito mal. Entendeu ser algo que havia comigo e permaneceu na cama. Ao passar dos dias não se via melhora, nem mesmo com os chás que Sarah lhe oferecia. Era preciso procurar um médico. Muitos exames, vários remédios e nada. Prostrou-se na cama. Pálido, emagrecendo rapidamente. Sarah preocupou-se, nunca tinha visto o marido tão debilitado e dependente. Temeu pela vida do marido. A mãe de Josué, Ester, postou-se ao lado da cama do filho, preparando sopas que ele cuspia e amaldiçoava a Deus e tudo o que mais poderia, sempre buscando agredir a fé de todos e as pessoas próximas. O médico achou melhor interná-lo, para outros exames e um acompanhamento mais próximo. Josué não teve como resistir, a ambulância o conduziu.
Nesse ínterim, Sarah deu sinais de que nasceria a criança. Grande movimentação de familiares e amigos, mobilizando-se para que tudo corresse bem. Mas a criança não chorou, choraram todos. Estava morta. Era uma menina, linda e saudável. Não conseguiu-se identificar a causa da morte, parada cardíaca foi o diagnóstico.
Josué afundou-se na cama e perdeu a voz diante da notícia. A consciência tomou um peso indescritível. Lembrou-se do que havia falado à esposa e uma corrente de outras lembranças se apossaram de sua mente. Cobriu a cabeça com o lençol e convulsivo pranto. Sentiu um odor de fumo e alguém sentou-se ao seu lado na cama, percebeu o colchão afundar-se com o peso da pessoa. Uma mão afagou seu ombro. “Tudo vai passar, meu filho, tenha fé”. Descobriu rapidamente a cabeça e viu-se sozinho no quarto.
Pela primeira vez, corroído pelo remorso decidiu orar. Explicou a Deus que não acreditava, mas estava com o coração apertado, que não sabia orar, mas precisava de ajuda para mudar. Insistiu que sua esposa, sua filhinha, seus pais, os pais de Sarah não o mereciam. Que ele deveria ter morrido e não a menina. As lágrimas proliferavam, um nó incrível na garganta, sentia-se confuso, perdido, frágil e imundo.
Entre seu rosário de justificativas e lamentações,percebeu a porta abrir-se, o ancião com que conversara na saída do terreiro, entrou no quarto. Vinha com uma aura luminosa, porém agora tinha chapéu e cachimbo. “Você não deve morrer, filho, temos um trabalho juntos, você vai melhorar, mas precisa acreditar em Deus”. Da mesma forma, desapareceu, deixando Josué atônito e confuso. Pediu que Alexandre o visitasse.
Quando Alexandre chegou ao hospital, Josué estava saindo. Recebera alta, estava sentindo-se forte e renovado, alegre,com a voz recuperada e abraçado a Sarah.
Vendo a mudança do marido, Sarah não se opôs a nova crença do marido. Enfrentando tantas coisas como enfrentara, esse seria o problema menor. Logo estava como cambono de seus guias.
Passados anos, ele dirigia o próprio terreiro. O Preto-Velho vinha na corrente de Obaluayê.
Josué e Sarah tiveram então seus filhos: Alexandre, Natasha e Damian. Estão felizes e pouco se lembra daquele homem de antes, apenas ele faz questão de não se esquecer de sua trajetória até chegar ali.

CONTOS EMANADOS DE SITUAÇÕES COTIDIANAS

“Os contos e poemas contidos neste blog são obras de ficção, qualquer semelhança com nomes, pessoas, fatos ou situações terá sido mera coincidência”

SABORES DO COMENDADOR

Ator Nacional: Carlos Vereza

Ator Internacional: Michael Carlisle Hall/ Jensen Ackles/ Eric Balfour

Atriz Nacional: Rosamaria Murtinho / Laura Cardoso/Zezé Mota

Atriz Internacional: Anjelica Huston

Cantor Nacional: Martinho da Vila/ Zeca Pagodinho

Cantora Nacional: Leci Brandão/ Maria Bethania/ Beth Carvalho/ Alcione/Dona Ivone Lara/Clementina de Jesus

Música: Samba de Roda

Livro: O Egípcio - Mika Waltaire

Autor: Carlos Castañeda

Filme: Besouro/Cafundó/ A Montanha dos Gorilas

Cor: Vinho e Ocre

Animal: Todos, mas especialmente gatos, jabotis e corujas.

Planta: aloé

Comida preferida: sashimi

Bebida: suco de graviola/cerveja

Mania: (várias) não passo embaixo de escada

O que aprecio nas pessoas: pontualidade, responsabilidade e organização

O que não gosto nas pessoas: pessoas indiscretas e que não cumprem seus compromissos.

Alimento que não gosta: coco, canjica, arroz doce, melão, melancia, jaca, caqui.

UM POUCO DO COMENDADOR.


Formado em Matemática e Pedagogica. Especialista em Supervisão Escolar. Especialista em Psicologia Multifocal. Mestre em Educação. Doutor Honoris Causa pela ABD e Instituto VAEBRASIL.

Comenda Rio de Janeiro pela Febacla. Comenda Rubem Braga pela Academia Marataizense de Letras (ES). Comenda Castro Alves (BA). Comendador pela ESCBRAS. Comenda Nelson Mandela pelo CONINTER e OFHM.

Cadeira 023, da Área de Letras, Membro Titular do Colegiado Acadêmico do Clube dos Escritores de Piracicaba, patronesse Juliana Dedini Ometto. Membro efetivo da Academia Virtual Brasileira de Letras. Membro da Academia Brasileira de Estudos e Pesquisas Literárias. Membro da Literarte - Associação Internacional de Escritores e Acadêmicos. Membro da União Brasileira de Escritores. Membro da Academia de Letras e Artes de Fortaleza (ALAF). Membro da Academia de Letras de Goiás Velho (ALG). Membro da Academia de Letras de Teófilo Ottoni (Minas Gerais). Membro da Academia de Letras de Cabo Frio (ARTPOP). Membro da Academia de Letras do Brasil - Seccional Suíça. Membro da Academia dos Cavaleiros de Cristóvão Colombo. Embaixador pela Académie Française des Arts Lettres et Culture. Membro da Academia de Letras e Artes Buziana. Cadeira de Grande Honra n. 15 - Patrono Pedro I pela Febacla. Membro da Academia de Ciências, Letras e Artes de Iguaba Grande (RJ). Cadeira n.º 2- ALB Araraquara.

Moção de Aplausos pela Câmara Municipal de Taquaritinga pelos serviços em prol da Educação. Moção de Aplausos pela Câmara Municipal de Bebedouro por serviços prestados à Educação Profissional no município. Homenagem pela APEOESP, pelos serviços prestados à Educação. Título de Cidadão Bebedourense. Personalidade 2010 (Top of Mind - O Jornal- Bebedouro). Personalidade Mais Influente e Educador 2011(Top of Mind - O Jornal- Bebedouro). Personalidade 2012 (ARTPOP). Medalha Lítero-Cultural Euclides da Cunha (ALB-Suíça). Embaixador da Paz pelo Instituto VAEBRASIL.

Atuou como Colunista do Diário de Taquaritinga e Jornal "Quatro Páginas" - Bebedouro/SP.
É Colunista do Portal Educação (http://www.portaleducacao.com.br

Premiações Literárias: 1º Classificado na IV Seletiva de Poesias, Contos e Crônicas de Barra Bonita – SP, agosto/2005, Clube Amigo das Letras – poema “A benção”, Menção Honrosa no XVI Concurso Nacional de Poesia “Acadêmico Mário Marinho” – Academia de Letras de Paranapuã, novembro/2005 – poema “Perfeita”, 2º colocado no Prêmio FEUC (Fundação Educacional Unificada Campograndense) de Literatura – dezembro/2005 – conto “A benção”, Menção Especial no Projeto Versos no Varal – Rio de Janeiro – abril/2006 – poema “Invernal”, 1º lugar no V Concurso de Poesias de Igaraçu do Tietê – maio/2006 – poema “Perfeita”, 3º Menção Honrosa no VIII Concurso Nacional de Poesias do Clube de Escritores de Piracicaba – setembro/2006 – poema “Perfeita”, 4º lugar no Concurso Literário de Bebedouro – dezembro/2006 –poema “Tropeiros”, Menção Honrosa no I concurso de Poesias sobre Cooperativismo – Bebedouro – outubro/2007, 1º lugar no VI Concurso de Poesias de Guaratinguetá – julho/2010 – poema “Promessa”, Prêmio Especial no XII Concurso Nacional de Poesias do Clube de Escritores de Piracicaba, outubro/2010, poema “Veludo”, Menção Honrosa no 2º Concurso Literário Internacional Planície Costeira – dezembro/2010, poema “Flor de Cera”, 1º lugar no IV Concurso de Poesias da Costa da Mata Atlântica – dezembro/2010 – poema “Flor de Cera”. Outorga do Colar de Mérito Literário Haldumont Nobre Ferraz, pelo trabalho Cultural e Literário. Prêmio Literário Cláudio de Souza - Literarte 2012 - Melhor Contista.Prêmio Luso-Brasileiro de Poesia 2012 (Literarte/Editora Mágico de Oz), Melhor Contista 2013 (Prêmio Luso Brasileiro de Contos - Literarte\Editora Mágico de Oz)

Antologias: Agreste Utopia – 2004; Vozes Escritas –Clube Amigos das Letras – 2005; Além das Letras – Clube Amigos das Letras – 2006; A Terra é Azul ! -Antologia Literária Internacional – Roberto de Castro Del`Secchi – 2008; Poetas de Todo Brasil – Volume I – Clube dos Escritores de Piracicaba – 2008; XIII Coletânea Komedi – 2009; Antologia Literária Cidade – Volume II – Abílio Pacheco&Deurilene Sousa -2009; XXI Antologia de Poetas e Escritores do Brasil – Reis de Souza- 2009; Guia de Autores Contemporâneos – Galeria Brasil – Celeiro de Escritores – 2009; Guia de Autores Contemporâneos – Galeria Brasil – Celeiro de Escritores – 2010; Prêmio Valdeck Almeida de Jesus – V Edição 2009, Giz Editorial; Antologia Poesia Contemporânea - 14 Poetas - Celeiro de Escritores, 2010; Contos de Outono - Edição 2011, Autores Contemporâneos, Câmara Brasileira de Jovens Escritores; Entrelinhas Literárias, Scortecci Editora, 2011; Antologia Literária Internacional - Del Secchi - Volume XXI; Cinco Passos Para Tornar-se um Escritor, Org. Izabelle Valladares, ARTPOP, 2011; Nordeste em Verso e Prosa, Org. Edson Marques Brandão, Palmeira dos Indios/Alagoas, 2011; Projeto Delicatta VI - Contos e Crônicas, Editora Delicatta, 2011; Portas para o Além - Coletânea de Contos de Terror -Literarte - 2012; Palavras, Versos, Textos e Contextos: elos de uma corrente que nos une! - Literarte - 2012; Galeria Brasil 2012 - Guia de Autores Contemporâneos, Celeiro de Escritores, Ed. Sucesso; Antologia de Contos e Crônicas - Fronteiras : realidade ou ficção ?, Celeiro de Escritores/Editora Sucesso, 2012; Nossa História, Nossos Autores, Scortecci Editora, 2012. Contos de Hoje, Literacidade, 2012. Antologia Brasileira Diamantes III, Berthier, 2012; Antologia Cidade 10, Literacidade, 2013. I Antologia da ALAB. Raízes: Laços entre Brasil e Angola. Antologia Asas da Liberdade. II Antologia da ACLAV, 2013, Literarte. Amor em Prosa e Versos, Celeiro de Escritores, 2013. Antologia Vingança, Literarte, 2013. Antologia Prêmio Luso Brasileiro - Melhores Contistas 2013. O tempo não apaga, Antologia de Poesia e Prosa - Escritores Contemporâneos - Celeiro de Escritores. Palavras Desavisadas de Tudo - Antologia Scortecci de Poesias, Contos e Crônicas 2013. O Conto Brasileiro Hoje - Volume XXIII, RG Editores. Antologia II - Academia Nacional de Letras do Portal do Poeta Brasileiro. antologia Escritores Brasileiros, ZMF Editora. O Conto Brasileiro Hoje - Volume XXVI - RG Editores (2014). III Antologia Poética Fazendo Arte em Búzios, Editora Somar (2014). International Antology Crossing of Languages - We are Brazilians/ antologia Internacional Cruce de Idiomas - Nosotros Somos Brasileños - Or. Jô Mendonça Alcoforado - Intercâmbio Cultural (2014). 5ª Antologia Poética da ALAF (2014). Coletânea Letras Atuais, Editora Alternativa (2014). Antologia IV da Academia Nacional de Letras do Portal do Poeta Brasileiro, Editora Iluminatta (2014). A Poesia Contemporânea no Brasil, da Academia Nacional de Letras do Portal do Poeta Brasileiro, Editora Iluminatta (2014). Enciclopédia de Artistas Contemporâneos Lusófonos - 8 séculos de Língua Portuguesa, Literarte (2014). Mr. Hyde - Homem Monstro - Org. Ademir Pascale , All Print Editora (2014)

Livros (Solos): “Análise Combinatória e Probabilidade”, Geraldo José Sant’Anna/Cláudio Delfini, Editora Érica, 1996, São Paulo, e “Encantamento”, Editora Costelas Felinas, 2010; "Anhelos de la Juvenitud", Geraldo José Sant´Anna/José Roberto Almeida, Editora Costelas Felinas, 2011; O Vôo da Cotovia, Celeiro de Escritores, 2011, Pai´é - Contos de Muito Antigamente, pela Celeiro de Escritores/Editora Sucesso, 2012, A Caminho do Umbigo, pela Ed. Costelas Felinas, 2013. Metodologia de Ensino e Monitoramento da Aprendizagem em Cursos Técnicos sob a Ótica Multifocal (Editora Scortecci). Tarrafa Pedagógica (Org.), Editora Celeiro de Escritores (2013). Jardim das Almas (romance). Floriza e a Bonequinha Dourada (Infantil) pela Literarte. Planejamento, Gestão e Legislação Escolar pela Editora Erica/Saraiva (2014).

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Metodologia e Avaliação da Aprendizagem

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