sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

A TEMPESTADE

“E porá a sua mão sobre a cabeça da oferta da expiação do pecado, e a degolará por oferta pelo pecado, no lugar onde se degola o holocausto.”
Levítico 4: 33

As férias estavam prometendo, por isso tratei de arrumar algumas roupas na mochila, alguns itens de higiene pessoal e uns troquinhos para comprar algumas cervejas. Não demoraria para que Fábio passasse por ali para me pegar. Iríamos todos para uma chácara, onde tudo já estava preparado. No carro estariam Fábio, eu, Leo e Fred, mas iriam outras pessoas para lá também.
A chácara era muito bem cuidada, com gramado amplo, árvores frutíferas, pavões soltos e jardins bem cuidados. Ficava um pouco distante de maneira que deveríamos permanecer lá. Por essa razão cuidamos para que nada faltasse, evitando-se ter de se deslocar até a cidade mais próxima que ficava a 108 km.
Chegamos após longo percurso já animados com a cerveja rodando no veículo, buscando nos alojar e já acender a churrasqueira. Aos poucos outros chegaram Natan, Zélia, Soraya, Neucy, Sandra e Zuleide.
A expectativa era grande e a alegria, a algazarra e os gracejos faziam do lugar uma espaço que parecia acolher cem pessoas. Logo o cheiro de carne tostada se espalhou e a fumaça de gorduras subiu ao céu.
O que não esperavam era a chuva torrencial que desabou. O céu escureceu assustadoramente, apesar dos protestos coletivos. A chuva não apenas começou, começou avassaladora, alagando o que fosse acessível a ela. Dias se sucederam sem que a chuva apresentasse indícios de cessar. “Vamos virar mofo” comentava um e tudo se tornava motivo para pilhérias.
Sandra refugiou-se no quarto visivelmente abatida. Não estava passando bem e permaneceu acamada, com febre e mal estar. Se não melhorasse iriam retornar a cidade, apesar da recusa da moça anunciando que logo iria melhorar.
Aproveitando um intervalo em que a chuva diminuiu de intensidade e se tornou garoa fina, Leo e Neucy foram andar pela chácara. Desceram por entre as goiabeiras e seguiram adiante conhecendo mais a redondeza.
Caminharam por entre as árvores saboreando frutos diversos. Avistaram fora da propriedade uma gruta entre árvores no sopé de uma montanha e decidiram ir até lá.

“Ou, quando tocar a imundícia de um homem, seja qualquer que for a sua imundícia, com que se faça imundo, e lhe for oculto, e o souber depois, será culpado.” Levítico 5:3

Apesar do céu carregado e nuvens negras ameaçadoras avaliaram que poderiam chegar a tempo até a gruta e retornarem. O caminho estava encharcado e o mato parecia ter crescido além da conta. “Será que não tem cobra?”, questionou temerosa a moça, olhando aflita para todos os lados. Leo riu, acalmando e afirmando que ele estava ali ao seu lado. Estavam embarreados. “Olha como estamos !”, a blusa branca de Neucy estava respingada de lama.
A água corria por dentro da gruta. O cheiro de pote molhado e fezes de morcegos encheu as narinas dos moços. “Que massa!”. A gruta era espaçosa, profunda, permitindo que se protegesse das chuvas. E foi providencial terem chegado a ela, pois novamente o céu desabou em furiosa tempestade.
Despreocupados, Leo e Neucy abraçaram-se e logo beijos e carícias se intensificaram, roupas se lançaram no chão molhado. Corpos nus e úmidos se acomodaram em uma rocha, movidos pelo desejo.
De olhos fechados, entre gemidos, Neucy entregou-se a Leo, até que ele abruptamente parou e afastou-se. Abrindo os olhos e com comentários maliciosos, viu Leo deitado na correnteza. Em razão da pouca luminosidade viu as pernas, o ventre, a barriga. “Pare de brincadeiras, a água está fria, seu maluco!”. Acocorou-se sobre ele e então gritou aterrorizada. Leo estava degolado. Viu o sangue esguichar e avermelhar toda a água, a terra.

“Vem a destruição; eles buscarão a paz, mas não há nenhuma.”
Ezequiel 7:25

Na casa as pessoas já se mostravam preocupadas, já entardecia e provavelmente estavam presos em algum lugar ou desfrutando do isolamento.
Escureceu. Alguma coisa acontecera. Resolveram sair a procura dos amigos. Pegaram lanternas, capas de chuva e botas. Saíriam Natan, Fred, eu e Fábio. As garotas ficariam para o caso aparecessem. Zélia achava melhor chamar a polícia, mas achou-se precipitado.
Zélia estava mais apavorada. Sua intuição anunciava algo muito ruim, mostrava-se ansiosa e impaciente. Esfregando as mãos, como era seu hábito nessas ocasiões, permaneceu na ampla varanda olhando a escuridão. Recusou o conforto das amigas, que procuravam animá-la dizendo que logo eles chegariam zoando com a cara de todos, embora não fosse o que sentiam.
Cada uma tratou de ocupar-se. Zuleide pegou uma revista e acomodou-se na rede. Pouco lia, apenas folheava, não conseguia concentrar-se. Soraya agarrou-se a uma cerveja e sentou-se a uma cadeira na cozinha. Sandra continuava enfiada na cama.

“Tão-somente o sangue não comereis; sobre a terra o derramareis como água.” Deuteronômio 12:16

Em seu estado de tensão, Zuleide levantou-se e foi ao quarto pegar uma blusa de frio e ver Sandra. Suas pernas fraquejaram e um grito surdo, quase um grunhido, emergiu de sua garganta. Sobre a cama jazia o corpo da amiga, banhado em sangue e sem a cabeça. Zélia e Soraya correram até o quarto e impressionaram-se com o que viam. Soraya desmaiou e Zélia paralisou-se. A janela aberta, fazia a cortina balouçar-se e o chão estava inundado.
Puxaram o corpo de Soraya para o outro quarto. Fecharam a janela e a porta e encolheram-se ao lado do guarda-roupas. Passos pesados podiam ser ouvidos percorrendo o corredor da casa. Zuleide tentou usar inutilmente o celular. Sem sinal. Todos corriam perigo, mas o que fazer ?
A porta começou a ser pressionada, com estocadas fortes. As garotas não controlavam os gritos a cada pancada. De repente, o silêncio.
Um murro ressoou pelo assoalho de madeira. Ele estava no porão e foi certeiro onde as moças estavam aglomeradas. As tábuas erguiam-se com a pressão e as pancadas. Decidiram arriscar e sair o quarto, passaram pela cozinha. Zuleide entregou uma faca a cada uma. Correriam até o carro, iriam até a cidade e chamariam a polícia. Sentiam-se divididas em ir e deixar os rapazes, mas talvez essa fosse a única alternativa para sobreviverem. Teriam que arriscar.
O carro saiu em alta velocidade rumo a rodovia. A chuva havia recomeçado, ingrata, dificultando a visibilidade. O medo, a velocidade, a chuva e uma árvore caída na estrada. O carro capotou, descendo uma ribanceira e indo parar apenas ao encontro de uma grande árvore. Completamente zonza, atordoada, Zélia forçou a porta do carro. Estava emperrada. Olhou as amigas, chamado-as, sem respostas. Estavam ensangüentadas, aparentemente mortas. Saiu pela janela do carro, caindo no barro e afastando galhos e espinheiros que lhe feriam, sem pena e sem dó. Tentou tirar as amigas, mas estavam presas e inconscientes.
Escalou o barranco escorregadio. A rodovia estava deserta. Caminhou por um tempo até constatar que um desbarrancamento havia impedido o trânsito, além de parte do asfalto ter sido levada pelas águas, criando imensa cratera. Caiu em pranto. Rogando a Deus que a ajudasse. Sentou-se em meio a chuva, a escuridão, exausta, olhando para o alto, sem saber o que fazer.
Uma mão gelada e firme pressionou seu ombro esquerdo.

“E não murmureis, como também alguns deles murmuraram, e pereceram pelo destruidor.”
1 Coríntios 10:10

Na chácara chamando por Leo e Neucy os rapazes deram-se por vencidos. Era melhor retornarem. Provavelmente já estariam na casa. A lanterna de Fred pifou e mal direcionado escorregou no barranco e torceu o pé, precisando de apoio para retornar. Fábio ia na frente iluminando, enquanto eu e Natan levávamos Fred.
O trajeto tornou-se lento e difícil, seja pela dificuldade de Fred, seja pelas chuvas tornarem o caminho intransitável. Estavam ensopados, apesar das capas de chuva.
Aproximamo-nos da casa, gritando por nossas amigas. Intrigados pelo silêncio, avançamos celeremente. “O carro de Zélia não está aqui !”, gritou Natan. Invadimos a casa aos berros. Nada. Adentramos o quarto de Sandra e nos deparamos com seu corpo inerte e decapitado. O desespero tomou conta de todos. Retornamos a varanda e Fred estava estendido no chão sem sua cabeça. Era inconcebível. Não havia tempo para isso. Quem quer que fosse o assassino estava ali, nos espreitando, mergulhado na escuridão.
Corremos ao carro. Os quatro pneus murchos, dilacerados. A única possibilidade era adentrar a noite e buscar a rodovia correndo todos os riscos de vulnerabilidade ou permanecer ali e enfrentá-lo. Juntamos facas, foices, rastelos e um facão, apavorados.
Lá fora apenas o ruído da chuva. Sentamo-nos no grande banco da varanda. Fábio olhando para a esquerda, Natan para a direita e eu para a frente. Nossos corpos tremiam, era como se os músculos fossem despregar-se dos ossos. O coração acelerado, a respiração ofegante. Fábio falava sem parar, buscando inúmeras teorias sobre o acontecimento, a ponto de interferirmos para que se calasse.
Um vulto começou delinear-se logo a minha frente. Um ser de alta estatura, forte e pesado. Era horrível de se ver, impossível de encarar. Seu corpo reluzia, de um cinza-azulado, a pele úmida em todo corpo assemelhava-se a textura de uma lesma. O nariz próximo ao rosto dava-lhe um ar felino, com olhos grandes e os dentes caninos salientes. Não era humano. Com ar agressivo emitiu um ruído que fez doer os tímpanos.
Natan levantou-se. “Não se mova”, adverti. Mas ligeiro apanhou o facão de sobre o banco e lançou-se sobre a criatura. Sem sentir-se acuado, o ser estapeou Natan lançando-o a metros de distância, como se lançasse uma bolinha de papel ao ar. “Temos que atacar juntos”, gritou Fábio. Eu estava paralisado.

“E o homem incircunciso, cuja carne do prepúcio não estiver circuncidada, aquela alma será extirpada do seu povo; quebrou a minha aliança.”
Gênesis 17:14


Natan levantou-se cambaleante. Agarrou-se a uma palmeira e equilibrou-se. Seu nariz sangrava. A criatura olhou-o como que atraída pelo odor de sangue. Retirou um cordão acobreado da cintura e avançou sobre ele. De forma ágil e impressionante envolveu o pescoço e num gesto abrupto decepou sua cabeça que rolou pelo chão. Apanhou-a e contemplou por instantes, como se ganhasse um troféu. Avançamos sobre o demônio. O som emitido por ele, ensurdecedor e estonteante, nos derrubou. Irado, Fábio tendo a foice nas mãos e com os ouvidos sangrando foi em direção a ele. A criatura agarrou a foice e lançou-a para o gramado. Segurou Fábio pelo pescoço e as unhas afiadas penetraram-lhe as carnes fazendo o sangue escorrer, sem que pudesse se defender.

Arrastei-me até o facão e levantei-me. A criatura largou Fábio, deixando-o cair pesadamente no chão, como se desinteressasse dele. Olhou-me com desdém e voltou para a escuridão, levando consigo a cabeça de Natan. Corri para junto de Fábio. Parecia estar vivo. Debrucei-me sobre ele chorando.

Despertei com o sol incidindo sobre meu rosto. Aproximei-me da janela e sorri vendo as crianças brincarem descontraídas no parque. Peguei a Bíblia que estava sobre a cama. Que pesadelo foi aquele ? Achei por bem ligar para o Fábio para saber como estavam na chácara. Haviam me convidado, mas eu recusara em razão de compromissos na igreja.

CONTOS EMANADOS DE SITUAÇÕES COTIDIANAS

“Os contos e poemas contidos neste blog são obras de ficção, qualquer semelhança com nomes, pessoas, fatos ou situações terá sido mera coincidência”

SABORES DO COMENDADOR

Ator Nacional: Carlos Vereza

Ator Internacional: Michael Carlisle Hall/ Jensen Ackles/ Eric Balfour

Atriz Nacional: Rosamaria Murtinho / Laura Cardoso/Zezé Mota

Atriz Internacional: Anjelica Huston

Cantor Nacional: Martinho da Vila/ Zeca Pagodinho

Cantora Nacional: Leci Brandão/ Maria Bethania/ Beth Carvalho/ Alcione/Dona Ivone Lara/Clementina de Jesus

Música: Samba de Roda

Livro: O Egípcio - Mika Waltaire

Autor: Carlos Castañeda

Filme: Besouro/Cafundó/ A Montanha dos Gorilas

Cor: Vinho e Ocre

Animal: Todos, mas especialmente gatos, jabotis e corujas.

Planta: aloé

Comida preferida: sashimi

Bebida: suco de graviola/cerveja

Mania: (várias) não passo embaixo de escada

O que aprecio nas pessoas: pontualidade, responsabilidade e organização

O que não gosto nas pessoas: pessoas indiscretas e que não cumprem seus compromissos.

Alimento que não gosta: coco, canjica, arroz doce, melão, melancia, jaca, caqui.

UM POUCO DO COMENDADOR.


Formado em Matemática e Pedagogica. Especialista em Supervisão Escolar. Especialista em Psicologia Multifocal. Mestre em Educação. Doutor Honoris Causa pela ABD e Instituto VAEBRASIL.

Comenda Rio de Janeiro pela Febacla. Comenda Rubem Braga pela Academia Marataizense de Letras (ES). Comenda Castro Alves (BA). Comendador pela ESCBRAS. Comenda Nelson Mandela pelo CONINTER e OFHM.

Cadeira 023, da Área de Letras, Membro Titular do Colegiado Acadêmico do Clube dos Escritores de Piracicaba, patronesse Juliana Dedini Ometto. Membro efetivo da Academia Virtual Brasileira de Letras. Membro da Academia Brasileira de Estudos e Pesquisas Literárias. Membro da Literarte - Associação Internacional de Escritores e Acadêmicos. Membro da União Brasileira de Escritores. Membro da Academia de Letras e Artes de Fortaleza (ALAF). Membro da Academia de Letras de Goiás Velho (ALG). Membro da Academia de Letras de Teófilo Ottoni (Minas Gerais). Membro da Academia de Letras de Cabo Frio (ARTPOP). Membro da Academia de Letras do Brasil - Seccional Suíça. Membro da Academia dos Cavaleiros de Cristóvão Colombo. Embaixador pela Académie Française des Arts Lettres et Culture. Membro da Academia de Letras e Artes Buziana. Cadeira de Grande Honra n. 15 - Patrono Pedro I pela Febacla. Membro da Academia de Ciências, Letras e Artes de Iguaba Grande (RJ). Cadeira n.º 2- ALB Araraquara.

Moção de Aplausos pela Câmara Municipal de Taquaritinga pelos serviços em prol da Educação. Moção de Aplausos pela Câmara Municipal de Bebedouro por serviços prestados à Educação Profissional no município. Homenagem pela APEOESP, pelos serviços prestados à Educação. Título de Cidadão Bebedourense. Personalidade 2010 (Top of Mind - O Jornal- Bebedouro). Personalidade Mais Influente e Educador 2011(Top of Mind - O Jornal- Bebedouro). Personalidade 2012 (ARTPOP). Medalha Lítero-Cultural Euclides da Cunha (ALB-Suíça). Embaixador da Paz pelo Instituto VAEBRASIL.

Atuou como Colunista do Diário de Taquaritinga e Jornal "Quatro Páginas" - Bebedouro/SP.
É Colunista do Portal Educação (http://www.portaleducacao.com.br

Premiações Literárias: 1º Classificado na IV Seletiva de Poesias, Contos e Crônicas de Barra Bonita – SP, agosto/2005, Clube Amigo das Letras – poema “A benção”, Menção Honrosa no XVI Concurso Nacional de Poesia “Acadêmico Mário Marinho” – Academia de Letras de Paranapuã, novembro/2005 – poema “Perfeita”, 2º colocado no Prêmio FEUC (Fundação Educacional Unificada Campograndense) de Literatura – dezembro/2005 – conto “A benção”, Menção Especial no Projeto Versos no Varal – Rio de Janeiro – abril/2006 – poema “Invernal”, 1º lugar no V Concurso de Poesias de Igaraçu do Tietê – maio/2006 – poema “Perfeita”, 3º Menção Honrosa no VIII Concurso Nacional de Poesias do Clube de Escritores de Piracicaba – setembro/2006 – poema “Perfeita”, 4º lugar no Concurso Literário de Bebedouro – dezembro/2006 –poema “Tropeiros”, Menção Honrosa no I concurso de Poesias sobre Cooperativismo – Bebedouro – outubro/2007, 1º lugar no VI Concurso de Poesias de Guaratinguetá – julho/2010 – poema “Promessa”, Prêmio Especial no XII Concurso Nacional de Poesias do Clube de Escritores de Piracicaba, outubro/2010, poema “Veludo”, Menção Honrosa no 2º Concurso Literário Internacional Planície Costeira – dezembro/2010, poema “Flor de Cera”, 1º lugar no IV Concurso de Poesias da Costa da Mata Atlântica – dezembro/2010 – poema “Flor de Cera”. Outorga do Colar de Mérito Literário Haldumont Nobre Ferraz, pelo trabalho Cultural e Literário. Prêmio Literário Cláudio de Souza - Literarte 2012 - Melhor Contista.Prêmio Luso-Brasileiro de Poesia 2012 (Literarte/Editora Mágico de Oz), Melhor Contista 2013 (Prêmio Luso Brasileiro de Contos - Literarte\Editora Mágico de Oz)

Antologias: Agreste Utopia – 2004; Vozes Escritas –Clube Amigos das Letras – 2005; Além das Letras – Clube Amigos das Letras – 2006; A Terra é Azul ! -Antologia Literária Internacional – Roberto de Castro Del`Secchi – 2008; Poetas de Todo Brasil – Volume I – Clube dos Escritores de Piracicaba – 2008; XIII Coletânea Komedi – 2009; Antologia Literária Cidade – Volume II – Abílio Pacheco&Deurilene Sousa -2009; XXI Antologia de Poetas e Escritores do Brasil – Reis de Souza- 2009; Guia de Autores Contemporâneos – Galeria Brasil – Celeiro de Escritores – 2009; Guia de Autores Contemporâneos – Galeria Brasil – Celeiro de Escritores – 2010; Prêmio Valdeck Almeida de Jesus – V Edição 2009, Giz Editorial; Antologia Poesia Contemporânea - 14 Poetas - Celeiro de Escritores, 2010; Contos de Outono - Edição 2011, Autores Contemporâneos, Câmara Brasileira de Jovens Escritores; Entrelinhas Literárias, Scortecci Editora, 2011; Antologia Literária Internacional - Del Secchi - Volume XXI; Cinco Passos Para Tornar-se um Escritor, Org. Izabelle Valladares, ARTPOP, 2011; Nordeste em Verso e Prosa, Org. Edson Marques Brandão, Palmeira dos Indios/Alagoas, 2011; Projeto Delicatta VI - Contos e Crônicas, Editora Delicatta, 2011; Portas para o Além - Coletânea de Contos de Terror -Literarte - 2012; Palavras, Versos, Textos e Contextos: elos de uma corrente que nos une! - Literarte - 2012; Galeria Brasil 2012 - Guia de Autores Contemporâneos, Celeiro de Escritores, Ed. Sucesso; Antologia de Contos e Crônicas - Fronteiras : realidade ou ficção ?, Celeiro de Escritores/Editora Sucesso, 2012; Nossa História, Nossos Autores, Scortecci Editora, 2012. Contos de Hoje, Literacidade, 2012. Antologia Brasileira Diamantes III, Berthier, 2012; Antologia Cidade 10, Literacidade, 2013. I Antologia da ALAB. Raízes: Laços entre Brasil e Angola. Antologia Asas da Liberdade. II Antologia da ACLAV, 2013, Literarte. Amor em Prosa e Versos, Celeiro de Escritores, 2013. Antologia Vingança, Literarte, 2013. Antologia Prêmio Luso Brasileiro - Melhores Contistas 2013. O tempo não apaga, Antologia de Poesia e Prosa - Escritores Contemporâneos - Celeiro de Escritores. Palavras Desavisadas de Tudo - Antologia Scortecci de Poesias, Contos e Crônicas 2013. O Conto Brasileiro Hoje - Volume XXIII, RG Editores. Antologia II - Academia Nacional de Letras do Portal do Poeta Brasileiro. antologia Escritores Brasileiros, ZMF Editora. O Conto Brasileiro Hoje - Volume XXVI - RG Editores (2014). III Antologia Poética Fazendo Arte em Búzios, Editora Somar (2014). International Antology Crossing of Languages - We are Brazilians/ antologia Internacional Cruce de Idiomas - Nosotros Somos Brasileños - Or. Jô Mendonça Alcoforado - Intercâmbio Cultural (2014). 5ª Antologia Poética da ALAF (2014). Coletânea Letras Atuais, Editora Alternativa (2014). Antologia IV da Academia Nacional de Letras do Portal do Poeta Brasileiro, Editora Iluminatta (2014). A Poesia Contemporânea no Brasil, da Academia Nacional de Letras do Portal do Poeta Brasileiro, Editora Iluminatta (2014). Enciclopédia de Artistas Contemporâneos Lusófonos - 8 séculos de Língua Portuguesa, Literarte (2014). Mr. Hyde - Homem Monstro - Org. Ademir Pascale , All Print Editora (2014)

Livros (Solos): “Análise Combinatória e Probabilidade”, Geraldo José Sant’Anna/Cláudio Delfini, Editora Érica, 1996, São Paulo, e “Encantamento”, Editora Costelas Felinas, 2010; "Anhelos de la Juvenitud", Geraldo José Sant´Anna/José Roberto Almeida, Editora Costelas Felinas, 2011; O Vôo da Cotovia, Celeiro de Escritores, 2011, Pai´é - Contos de Muito Antigamente, pela Celeiro de Escritores/Editora Sucesso, 2012, A Caminho do Umbigo, pela Ed. Costelas Felinas, 2013. Metodologia de Ensino e Monitoramento da Aprendizagem em Cursos Técnicos sob a Ótica Multifocal (Editora Scortecci). Tarrafa Pedagógica (Org.), Editora Celeiro de Escritores (2013). Jardim das Almas (romance). Floriza e a Bonequinha Dourada (Infantil) pela Literarte. Planejamento, Gestão e Legislação Escolar pela Editora Erica/Saraiva (2014).

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