domingo, 18 de setembro de 2011

A LENDA DE INAÊ




“O meu galo preto do pezinho amarelo, ele pula, ele dança, ele faz o que eu quero. Galo Preto Romanisco do pezinho amarelo, ele pula, ele dança, ele faz tudo o que eu quero”
 http://www.yorubana.com.br/textos/cantencant.asp


Tocou levemente o dedo do pé na água gelada do riacho que serpenteava entre as velhas árvores da fazenda, observada por uma mulata dependurada entre cipós. Ouvia-se o cantar longínquo de uma ave e o roçar suave da brisa entre as folhas. O mágico silêncio da floresta. Inaê deixou-se caminhar pelas margens frescas atenta aos peixinhos que a acompanhavam como a um séquito. Seus cabelos negros desmaiavam pelos ombros morenos, lisos e brilhantes, avoaçados pelo vento. Em seus pensamentos vez ou outra cintilava a imagem forte de Tucumã, jovem como ela, e que também entraria em reclusão, obedecendo aos preceitos da tribo. Enquanto estivesse lá não teria mais contato com a aldeia, alimentando-se de raízes, alguns chás e alimentos rigorosamente determinados. Assim também seria com ele. Talvez mais difícil seria raspado até as carnes sangrarem, teria provas a enfrentar, demonstrando sua masculinidade e ingresso no mundo dos adultos.

No silêncio de sua reclusão, já passadas semanas, ouviu um grande alvoroço e não demorou para que Tananga a buscasse e a introduzisse na floresta, junto a gruta do Caçará, um lugar proibido de se entrar, reservado aos espíritos. Apenas Tananga podia entrar lá, outros se ali permanecessem morreriam. Contou que homens brancos haviam invadido a aldeia e estavam matando a todos, levariam os mais jovens como escravos, mas as mulheres estupravam e matavam, não tinham utilidade.

Inaê desesperou-se, devia estar lá defendendo seu povo. Seriam desnecessariamente mortos: crianças, anciãos, homens e mulheres, também Tucumã com quem se uniria após a festa da saída da reclusão. O velho pajé a tranqüilizou. Tucumã seria feiticeiro. Durante o isolamento teve sonhos, momentos de desmaio e inconsciência. Falava com a onça.

Três dias depois retornaram a aldeia. Muitos corpos espalhados. Com dificuldade levaram corpo a corpo até o fundo da caverna. Tananga invocou os espíritos e entendeu que deveriam se aprofundar na mata, onde estariam protegidos. Não encontraram o corpo de Tucumã, o que significava que o haviam levado.

Todos os dias ao se aproximar o crepúsculo, um beija-flor rodeava Inaê. O pajé comentou que um espírito desejava falar com ela. Talvez fosse o próprio Tucumã. Passou, então, a ornamentar-se com uma flor nos cabelos para recepcioná-lo. E caminhando, gradualmente, foram chegando ao mar.

Tucumã, por sua vez, sofria com os maus tratos, sendo obrigado a trabalhos forçados e pouca alimentação. Havia presenciado outros morrerem esgotados fisicamente e com violentos açoites. O surgimento da lua trazia em seus pensamentos a bela Inaê, quando a lua não vinha exasperava-se e segurava o choro que insistia abrir espaço pela garganta.

Ouvia a onça sempre rondá-lo. Apurava os ouvidos e sentia um arrepio por todo o corpo.

Em um dia ensolarado, muito quente, Tucumã, fraco e cansado desmaiou sendo duramente surrado pelo capataz Luís Floriano. Sentiu um profundo desejo de vingança. Com passos de cutia conseguiu a cinta com que fora espancado. Enrolou a cinta com cipó titica, desejando que o homem sofresse o que ele sofreu e enterrou num formigueiro. As ferroadas das formigas tucandeiras produziam intensa dor, era essa dor que ele desejava ao capataz.

Por efeito de sua magia, logo percebeu-se grande agitação. Luís Floriano aparecera com vergões vermelhos pelo corpo, os olhos inchados e pronunciando frases desconexas. Atribuíam o incidente ao calor intenso ou contato com alguma urtiga. O fato é que a febre aumentava a cada dia, não havia chá que a pudesse deter.

Tucumã foi chamado junto do capataz. Ele pediu para estar a sós com o rapaz. Disse que os bichos estavam falando com ele e uma formiga dissera que isso tinha sido feitiço e só Tucumã poderia curar. Se o curasse teria um lugar de destaque e ninguém mais o tocaria.

O jovem feiticeiro foi até a mata, fumou e foi encontrar-se com a onça. Em uma semana, o temido Luís Floriano agitava seu chicote pelos ares novamente. Tucumã, contudo, estava ao lado dele, com serviços leves e inúteis, porém seguro e protegido.

Quando a lua podia ser vista durante o dia, uma tropa chegou com mais mão de obra. Entre os capturados estava Inaê.

- Nós a trouxemos para divertir nossos homens...e eu também !!!, exclamou um dos portugueses.

O coração de Tucumã acelerou e somente não saiu em defesa dela, pois sabia que não teria chance diante de tantos homens armados. Deveria ser sábio, quieto como a urutu, saber dar o bote no momento exato.

Luís Floriano foi avaliar a nova carga que chegara e deparou-se com a índia. Apaixonou-se por ela a um simples olhar. Anunciou que ele seria o primeiro, depois a entregaria.
  Inaê foi levada ao quarto mais confortável. Por vezes, Floriano a levantou por estar dormindo encolhida sobre o estreito tapete de vime ao lado da cama. Ela fugia do bem estar que ele queria proporcionar.
Nas rápidas conversas que podiam ter, Tucumã pedia a ela que tivesse paciência pois a libertaria dali.

O espírito selvagem e livre de Inaê a fez planejar uma fuga. Encontrara um ponto frágil na janela. A madrugada seguia alta quando saltou para fora e leve como o vôo da coruja correu para a mata em direção ao mar. Desejava ver o velho Tananga. Foi até a gruta onde estavam e adormeceu ouvindo o sussurro das ondas. Despertou rodeada por vários homens.

Foi violentada por todos e lançada ao mar. O corpo afundou coberto pelas ondas agitadas que batiam nas pedras.
Tucumã despertou num salto ouvindo Inaê chamá-lo. Correu até a floresta, no ponto em que podia avistar o mar. A praia estava clara e serena. Foi quando ouviu o capataz receber a notícia da morte da moça. Contaram que ela tentou fugir e para não ser presa lançou-se ao mar.

Voltou para a mata. Não havia mais sonho. Inaê não mais existia. Sentiu uma mão pesada em seu ombro, fazendo-o voltar-se apavorado. Era Tananga. O pajé iniciou um poderoso canto, monótono e hipnótico, que foi transformando o jovem pajé em onça. Agora para sempre.

Dizem que nas noites de lua cheia a onça se aproxima da praia e Inaê, bela e brilhante, dela se aproxima para selarem seu amor, eterno e indestrutível.

CONTOS EMANADOS DE SITUAÇÕES COTIDIANAS

“Os contos e poemas contidos neste blog são obras de ficção, qualquer semelhança com nomes, pessoas, fatos ou situações terá sido mera coincidência”

SABORES DO COMENDADOR

Ator Nacional: Carlos Vereza

Ator Internacional: Michael Carlisle Hall/ Jensen Ackles/ Eric Balfour

Atriz Nacional: Rosamaria Murtinho / Laura Cardoso/Zezé Mota

Atriz Internacional: Anjelica Huston

Cantor Nacional: Martinho da Vila/ Zeca Pagodinho

Cantora Nacional: Leci Brandão/ Maria Bethania/ Beth Carvalho/ Alcione/Dona Ivone Lara/Clementina de Jesus

Música: Samba de Roda

Livro: O Egípcio - Mika Waltaire

Autor: Carlos Castañeda

Filme: Besouro/Cafundó/ A Montanha dos Gorilas

Cor: Vinho e Ocre

Animal: Todos, mas especialmente gatos, jabotis e corujas.

Planta: aloé

Comida preferida: sashimi

Bebida: suco de graviola/cerveja

Mania: (várias) não passo embaixo de escada

O que aprecio nas pessoas: pontualidade, responsabilidade e organização

O que não gosto nas pessoas: pessoas indiscretas e que não cumprem seus compromissos.

Alimento que não gosta: coco, canjica, arroz doce, melão, melancia, jaca, caqui.

UM POUCO DO COMENDADOR.


Formado em Matemática e Pedagogica. Especialista em Supervisão Escolar. Especialista em Psicologia Multifocal. Mestre em Educação. Doutor Honoris Causa pela ABD e Instituto VAEBRASIL.

Comenda Rio de Janeiro pela Febacla. Comenda Rubem Braga pela Academia Marataizense de Letras (ES). Comenda Castro Alves (BA). Comendador pela ESCBRAS. Comenda Nelson Mandela pelo CONINTER e OFHM.

Cadeira 023, da Área de Letras, Membro Titular do Colegiado Acadêmico do Clube dos Escritores de Piracicaba, patronesse Juliana Dedini Ometto. Membro efetivo da Academia Virtual Brasileira de Letras. Membro da Academia Brasileira de Estudos e Pesquisas Literárias. Membro da Literarte - Associação Internacional de Escritores e Acadêmicos. Membro da União Brasileira de Escritores. Membro da Academia de Letras e Artes de Fortaleza (ALAF). Membro da Academia de Letras de Goiás Velho (ALG). Membro da Academia de Letras de Teófilo Ottoni (Minas Gerais). Membro da Academia de Letras de Cabo Frio (ARTPOP). Membro da Academia de Letras do Brasil - Seccional Suíça. Membro da Academia dos Cavaleiros de Cristóvão Colombo. Embaixador pela Académie Française des Arts Lettres et Culture. Membro da Academia de Letras e Artes Buziana. Cadeira de Grande Honra n. 15 - Patrono Pedro I pela Febacla. Membro da Academia de Ciências, Letras e Artes de Iguaba Grande (RJ). Cadeira n.º 2- ALB Araraquara.

Moção de Aplausos pela Câmara Municipal de Taquaritinga pelos serviços em prol da Educação. Moção de Aplausos pela Câmara Municipal de Bebedouro por serviços prestados à Educação Profissional no município. Homenagem pela APEOESP, pelos serviços prestados à Educação. Título de Cidadão Bebedourense. Personalidade 2010 (Top of Mind - O Jornal- Bebedouro). Personalidade Mais Influente e Educador 2011(Top of Mind - O Jornal- Bebedouro). Personalidade 2012 (ARTPOP). Medalha Lítero-Cultural Euclides da Cunha (ALB-Suíça). Embaixador da Paz pelo Instituto VAEBRASIL.

Atuou como Colunista do Diário de Taquaritinga e Jornal "Quatro Páginas" - Bebedouro/SP.
É Colunista do Portal Educação (http://www.portaleducacao.com.br

Premiações Literárias: 1º Classificado na IV Seletiva de Poesias, Contos e Crônicas de Barra Bonita – SP, agosto/2005, Clube Amigo das Letras – poema “A benção”, Menção Honrosa no XVI Concurso Nacional de Poesia “Acadêmico Mário Marinho” – Academia de Letras de Paranapuã, novembro/2005 – poema “Perfeita”, 2º colocado no Prêmio FEUC (Fundação Educacional Unificada Campograndense) de Literatura – dezembro/2005 – conto “A benção”, Menção Especial no Projeto Versos no Varal – Rio de Janeiro – abril/2006 – poema “Invernal”, 1º lugar no V Concurso de Poesias de Igaraçu do Tietê – maio/2006 – poema “Perfeita”, 3º Menção Honrosa no VIII Concurso Nacional de Poesias do Clube de Escritores de Piracicaba – setembro/2006 – poema “Perfeita”, 4º lugar no Concurso Literário de Bebedouro – dezembro/2006 –poema “Tropeiros”, Menção Honrosa no I concurso de Poesias sobre Cooperativismo – Bebedouro – outubro/2007, 1º lugar no VI Concurso de Poesias de Guaratinguetá – julho/2010 – poema “Promessa”, Prêmio Especial no XII Concurso Nacional de Poesias do Clube de Escritores de Piracicaba, outubro/2010, poema “Veludo”, Menção Honrosa no 2º Concurso Literário Internacional Planície Costeira – dezembro/2010, poema “Flor de Cera”, 1º lugar no IV Concurso de Poesias da Costa da Mata Atlântica – dezembro/2010 – poema “Flor de Cera”. Outorga do Colar de Mérito Literário Haldumont Nobre Ferraz, pelo trabalho Cultural e Literário. Prêmio Literário Cláudio de Souza - Literarte 2012 - Melhor Contista.Prêmio Luso-Brasileiro de Poesia 2012 (Literarte/Editora Mágico de Oz), Melhor Contista 2013 (Prêmio Luso Brasileiro de Contos - Literarte\Editora Mágico de Oz)

Antologias: Agreste Utopia – 2004; Vozes Escritas –Clube Amigos das Letras – 2005; Além das Letras – Clube Amigos das Letras – 2006; A Terra é Azul ! -Antologia Literária Internacional – Roberto de Castro Del`Secchi – 2008; Poetas de Todo Brasil – Volume I – Clube dos Escritores de Piracicaba – 2008; XIII Coletânea Komedi – 2009; Antologia Literária Cidade – Volume II – Abílio Pacheco&Deurilene Sousa -2009; XXI Antologia de Poetas e Escritores do Brasil – Reis de Souza- 2009; Guia de Autores Contemporâneos – Galeria Brasil – Celeiro de Escritores – 2009; Guia de Autores Contemporâneos – Galeria Brasil – Celeiro de Escritores – 2010; Prêmio Valdeck Almeida de Jesus – V Edição 2009, Giz Editorial; Antologia Poesia Contemporânea - 14 Poetas - Celeiro de Escritores, 2010; Contos de Outono - Edição 2011, Autores Contemporâneos, Câmara Brasileira de Jovens Escritores; Entrelinhas Literárias, Scortecci Editora, 2011; Antologia Literária Internacional - Del Secchi - Volume XXI; Cinco Passos Para Tornar-se um Escritor, Org. Izabelle Valladares, ARTPOP, 2011; Nordeste em Verso e Prosa, Org. Edson Marques Brandão, Palmeira dos Indios/Alagoas, 2011; Projeto Delicatta VI - Contos e Crônicas, Editora Delicatta, 2011; Portas para o Além - Coletânea de Contos de Terror -Literarte - 2012; Palavras, Versos, Textos e Contextos: elos de uma corrente que nos une! - Literarte - 2012; Galeria Brasil 2012 - Guia de Autores Contemporâneos, Celeiro de Escritores, Ed. Sucesso; Antologia de Contos e Crônicas - Fronteiras : realidade ou ficção ?, Celeiro de Escritores/Editora Sucesso, 2012; Nossa História, Nossos Autores, Scortecci Editora, 2012. Contos de Hoje, Literacidade, 2012. Antologia Brasileira Diamantes III, Berthier, 2012; Antologia Cidade 10, Literacidade, 2013. I Antologia da ALAB. Raízes: Laços entre Brasil e Angola. Antologia Asas da Liberdade. II Antologia da ACLAV, 2013, Literarte. Amor em Prosa e Versos, Celeiro de Escritores, 2013. Antologia Vingança, Literarte, 2013. Antologia Prêmio Luso Brasileiro - Melhores Contistas 2013. O tempo não apaga, Antologia de Poesia e Prosa - Escritores Contemporâneos - Celeiro de Escritores. Palavras Desavisadas de Tudo - Antologia Scortecci de Poesias, Contos e Crônicas 2013. O Conto Brasileiro Hoje - Volume XXIII, RG Editores. Antologia II - Academia Nacional de Letras do Portal do Poeta Brasileiro. antologia Escritores Brasileiros, ZMF Editora. O Conto Brasileiro Hoje - Volume XXVI - RG Editores (2014). III Antologia Poética Fazendo Arte em Búzios, Editora Somar (2014). International Antology Crossing of Languages - We are Brazilians/ antologia Internacional Cruce de Idiomas - Nosotros Somos Brasileños - Or. Jô Mendonça Alcoforado - Intercâmbio Cultural (2014). 5ª Antologia Poética da ALAF (2014). Coletânea Letras Atuais, Editora Alternativa (2014). Antologia IV da Academia Nacional de Letras do Portal do Poeta Brasileiro, Editora Iluminatta (2014). A Poesia Contemporânea no Brasil, da Academia Nacional de Letras do Portal do Poeta Brasileiro, Editora Iluminatta (2014). Enciclopédia de Artistas Contemporâneos Lusófonos - 8 séculos de Língua Portuguesa, Literarte (2014). Mr. Hyde - Homem Monstro - Org. Ademir Pascale , All Print Editora (2014)

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